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Acode, ninguém acode!

| Editoria Política | 12/04/2017

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A CEDEAO compreende perfeitamente o que se está a passar na Guiné-Bissau. Mas falta um país de referência, que ajude as partes a cumprir o que foi acordado pela região, como fez o Senegal na recente crise gambiana. A opinião é do líder do PAIGC, vencedor das últimas eleições, Domingos Simões Pereira.

Domingos Simões Pereira

Alpha Condé, presidente da Comunidade de Estados para o Desenvolvimento da África Ocidental (CEDEAO) e mediador da crise da Guiné-Bissau, que se arrasta desde agosto de 2015, «vai ter que, de facto, assumir o protagonismo do processo e dar o passo que se impõe [forçar o cumprimento do acordo de Conacri, patrocinado pela referida organização]», conforme disse no mês passado, em Bissau, Domingos Simões Pereira, líder do PAIGC, que venceu as últimas eleições realizadas no país, em 2014, mas que está impossibilitado de governar por causa de desavenças com o presidente da República, José Mário Vaz.

«Ele [Alpha Condé] percebe muito bem, hoje, qual é a situação e tem utilizado todos os mecanismos diplomáticos e políticos para ultrapassar a situação, mas tem de haver um prazo, tem de haver um programa, tem de haver algum mecanismo para realmente obrigar todas as partes a respeitarem o acordo que foi assinado», observou Pereira, para depois acrescentar que a crise pós-eleitoral na Gâmbia e o envolvimento da Comunidade Internacional para impor o respeito do resultado do sufrágio pode ser um exemplo para a Guiné-Bissau, mas, enquanto na Gâmbia uma força da CEDEAO impôs o respeito da vontade popular expressa nas urnas, na Guiné-Bissau a CEDEAO já anunciou a partida da ECOMIBO.

O líder do PAIGC não hesita: «A saída da ECOMIB devia ser entendida claramente pelas instâncias oficiais, sobretudo pelo Presidente da República, como uma espécie de cartão laranja». Domingos Simões Pereira considera que falta à Guiné-Bissau um país referencial, tal como foi o Senegal na estabilização da Gâmbia durante a crise pós-eleitoral.

 Charles Schorungbe

Leia artigo integral na edição de abril 2017 da revista ÁFRICA 21.

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