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Literatura africana em destaque no Salão do Livro e da Imprensa de Genebra

| Editoria Cultura | 25/04/2017

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“A África melancólica”. Este o tema do Salão Africano, integrado no Salão do Livro e da Imprensa de Genebra, Suíça, cuja 31ª edição tem lugar naquela cidade de de hoje, dia 26, ao próximo dia 30 de abril.


Organizado pelo crítico congolês Boniface Mongo-Mboussa e pela romancista suíça Pascale Kramer, o Salão Africano conta com diversos encontros com romancistas, ensaístas, poetas e autores de literatura infanto-juvenil do continente africano, assim como do Haiti e da diáspora africana na Europa. Durante os cinco dias em que decorrerá a 31ª edição do Salão do Livro e da Imprensa de Genebra, estão previstas duas mil atividades referentes às diferentes realidades do universo literário internacional.

O tema do Salão Africano posicionou-se deliberadamente na contracorrente dos habituais clichés acerca de África e dos africanos. De facto, manda a “tradição” ocidental valorizar unicamente o lado “festivo” da cultura africana, a música, a dança, o humor, quiçá uma certa “irresponsabilidade”. Mas Boniface Mongo-Mboussa recorda que os grandes autores africanos, como Léopold Sédar Senghor, Léon-Gontran Damas e Frantz Fanon eram profundamente melancólicos.

“Habitualmente, pensa-se que a melancolia não é uma característica dos africanos, mas, como demonstrou Aristóteles, trata-se de uma característica de todos os homens. A minha hipótese é que o ‘riso excessivo’ mencionado sempre que se fala de África não passa, na realidade, do outro lado da melancolia”, comentou o crítico congolês.

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