Publicidade

Publicidade

Publicidade

África 21 OnlineÁfrica 21 Online

Registre-se na nossa newsletter e mantenha-se informado.
África 21 no Facebook

África 21 Online

Pesquisa

Siga o portal África 21

Feed RSS Twitter Facebook

Edição Impressa

Edição do Mês

Destaques da edição de Novembro de 2018

ESTADOS UNIDOS

ESTADOS UNIDOS DEMOCRATAS RECUPERAM CÂMARA DOS REPRESENTANTES

COMORES

FRACASSO DA REBELIÃO NA ILHA DE ANJOUAN

CONGO RD

DESTAQUE RD CONGO

AFEGANISTÃO

O DILEMA AMERICANO DA RETIRADA SEM GLÓRIA

NOVA CALEDÓNIA

A colonização em questão na Nova Caledónia

ANGOLA

PANORAMA DOS RECURSOS HUMANOS EM ANGOLA

ANGOLA

EM NOME DO CANUDO, A FABRICA DOS DIPLOMAS

ARGENTINA

Será justiça o que fazem com Kirchner?

Rádio

Publicidade

Cultura

Literatura africana em destaque no Salão do Livro e da Imprensa de Genebra

| Editoria Cultura | 25/04/2017

-A / +A

Imprimir

-A / +A

“A África melancólica”. Este o tema do Salão Africano, integrado no Salão do Livro e da Imprensa de Genebra, Suíça, cuja 31ª edição tem lugar naquela cidade de de hoje, dia 26, ao próximo dia 30 de abril.


Organizado pelo crítico congolês Boniface Mongo-Mboussa e pela romancista suíça Pascale Kramer, o Salão Africano conta com diversos encontros com romancistas, ensaístas, poetas e autores de literatura infanto-juvenil do continente africano, assim como do Haiti e da diáspora africana na Europa. Durante os cinco dias em que decorrerá a 31ª edição do Salão do Livro e da Imprensa de Genebra, estão previstas duas mil atividades referentes às diferentes realidades do universo literário internacional.

O tema do Salão Africano posicionou-se deliberadamente na contracorrente dos habituais clichés acerca de África e dos africanos. De facto, manda a “tradição” ocidental valorizar unicamente o lado “festivo” da cultura africana, a música, a dança, o humor, quiçá uma certa “irresponsabilidade”. Mas Boniface Mongo-Mboussa recorda que os grandes autores africanos, como Léopold Sédar Senghor, Léon-Gontran Damas e Frantz Fanon eram profundamente melancólicos.

“Habitualmente, pensa-se que a melancolia não é uma característica dos africanos, mas, como demonstrou Aristóteles, trata-se de uma característica de todos os homens. A minha hipótese é que o ‘riso excessivo’ mencionado sempre que se fala de África não passa, na realidade, do outro lado da melancolia”, comentou o crítico congolês.

Imprimir

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Siga o portal África 21

Feed RSS Twitter Facebook
África 21 Online

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade