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“Abidjan lit”. Sim, África lê

| Editoria | 04/06/2017

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No dia 17 do passado mês de maio, teve lugar na capital da Costa do Marfim o quarto “capítulo” do projeto cultural “Abidjan lit [Abidjan lê], promovido por um grupo de cinco jovens marfinenses que, desde 2016, resolveram promover o amor pelo livro entre os habitantes da cidade.

Aspeto de Abidjan

“Capítulo” é como o grupo chama aos eventos que realiza. Trata-se de encontros literários realizados de dois em dois meses, na capital da Costa do Marfim, sujeitos a um tema específico, ao qual se segue sempre um debate. Cada “capítulo” do “Abidjan lit” tem por cenário um local especial (emblemático ou insólito) da capital marfinense. O primeiro ocorreu no bairro libanês da cidade, chamado Zone 4, que é o coração tecnológico de Abidjan. O segundo, numa loja de artesanato do bairro Petit Paris. O terceiro, junto a Ayamé, um bairro popular e por vezes perigoso. Para os membros do “Abidjan lit”, os livros não podem ficar nas estantes: têm de sair à rua, à procura dos leitores.

Edwige-Renée Dro, Sarah Mody, Laure Blédou, Sophia El Hajaj e Cyriac Gbogou – eis os nomes dos integrantes do referido coletivo – criaram o “Abidjan lit” em setembro do ano passado, depois do festival literário de Kampala. Os eventos que o grupo promove estão abertos a pessoas de todos os grupos sócio-profissionais, que partilham gratuitamente, num ambiente fraternal, passagens de certos autores marfinenses, africanos e universais. Cada convidado é solicitado a levar um amigo sem qualquer interesse pela literatura. Edwige Dro explica porquê: - "Escutamos com frequência o discurso de que os marfinenses não leem ou que os africanos não leem. Queremos mudar essa ideia”, disse ela, em entrevista ao This is Africa.

Cada evento ou “capítulo” organizado pelo “Abidjan lit” implica semanas de preparação. Os eventos têm uma imagem de marca “performática” e simbólica: começam sempre com uma panela, de onde os participantes vão retirando os livros a ler e discutir em cada um deles. Além desses eventos, o grupo está também nas redes sociais, animando uma comunidade digital de 50 mil membros, de diferentes nacionalidades, entre o Facebook, Twitter e Youtube. O “Abidjan lit” pretende também passar a editar livros. Mas o seu projeto imediato é organizar um grande festival de literatura na capital marfinense até ao fim deste ano.

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