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António Ole comemora 50 anos de trabalho artístico

| Editoria Cultura | 04/06/2017

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Termina no dia 15 do próximo mês de julho, a exposição «Corpo&Alma», do angolano António Ole, inaugurada no passado dia 26 de maio na Galeria SALA 117, no Porto.


 

Passadas cerca de três décadas da última mostra nesta cidade, Ole regressa, assim, ao Porto com obras inéditas. A última vez que o artista expôs em Portugal foi em 2016, quando apresentouuma retrospetiva, do seu trabalho no Museu Calouste Gulbenkian. “Corpo&Alma” surge no ano em que se assinalam os 50 anos de trabalho artístico de António Ole (1967-2017), com destaque especial para o caráter eclético da sua obra.

É no desenho, a sua disciplina precursora, que assenta o conceito principal da exposição de Ole. A série de dez desenhos «Alma&Circunstância» resulta de um “resgate” do acervo íntimo do artista, reunindo esquissos e textos poéticos. A estrutura do desenho propaga-se para as pinturas - conversa acabada, conversa interrompida e Rakung -, onde a linguagem do corpo exerce preponderância, com soluções recorrentes à cultura africana. Assim, ao falar-se de ecletismo na obra de António Ole, manifestado na escolha dos materiais, no ensaio das aderências e inclusão de outras disciplinas, como a fotografia e o vídeo, há todo um caudal híbrido na matriz poética do artista que distingue a sua prática.

Na instalação «Corpo Fechado», regista-se uma breve incursão no domínio do profano e do sagrado, como se de um nkisi se tratasse, protetor de muitos males que afligem o mundo.A consciência social que atravessa parte substancial da sua obra, reflete-se nas temáticas que tem vindo a abordar, sem receio de tocar assuntos incómodos, como a escravatura ou o colonialismo, concedendo-lhes a necessária perenidade para não serem esquecidos.

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