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Gasoduto Marrocos-Nigéria, sim ou não?

| Editoria Economia | 05/06/2017

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A Companhia de Petróleo Nacional da Nigéria (NNPC, em inglês) e o Gabinete Nacional de Hidrocarbonetos e Minas do Marrocos (ONHYM, em francês) assinaram no passado dia 15 de maio, em Rabat, um acordo para realizar o estudo de viabilidade do gasoduto Marrocos-Nigéria, anunciado no fim do ano passado.


Com efeito, em dezembro de 2016, o fundo soberano marroquino Ithmar Capital e a Autoridade Soberana de Investimentos da Nigéria (NSIA, em inglês) anunciaram uma parceria estratégica para concluir este megaprojeto. A elaboração do estudo de viabilidade agora decidida levará dois anos.

O gasoduto deverá percorrer cerca de 4.000 quilómetros ao longo da costa ocidental africana, atravessando 12 países. Os estados produtores poderão injetar a sua produção no gasoduto e os importadores, satisfazer as suas necessidades de gás. “É o maior projeto africano de infraestruturas. Poderá produzir energia para toda a região ocidental africana, onde se encontra um terço das reservas de gás do continente”, exultou Nasser Bourita, ministro marroquino dos Negócios Estrangeiros. 

Contudo, nem todos partilham do entusiasmo do ministro marroquino. Os críticos alertam que a principal região de abastecimento do anunciado gasoduto – o delta do Níger – enfrenta graves problemas de segurança. Por outro lado, o mesmo atravessa uma série de países igualmente instáveis. Finalmente, ocorreram recentemente descobertas “colossais” de gás na Mauritânia e no Marrocos, dois países que estão mais perto do Marrocos do que a Nigéria.

Para alguns, o anúncio deste gasoduto faz parte de uma estratégia política de Rabat, atualmente empenhado num esforço de penetração económica e política na África subsariana. “Trata-se” – afirmam os críticos – “de conseguir a neutralidade da Nigéria face a essa tentativa expansionista”.

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