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Rohingyas, vítimas da História e dos jogos de influência na Ásia

| Editoria Política | 17/11/2017

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A tragédia dos rohingyas mobiliza as atenções internacionais. Mas a crise tem dimensões – políticas, geoestratégicas e económicas – ocultas sob o véu da compaixão pela minoria mais perseguida do mundo.

Em pouco mais de um mês, centenas de milhares de refugiados muçulmanos oriundos do estado de Arakan, no noroeste do Myanmar, fugiram para o vizinho Bangladesh. Segundo os relatos colhidos por ONG e agências humanitárias junto dos fugitivos, o êxodo é provocado pela «limpeza étnica» levada a cabo pelas forças de segurança birmanesas contra os «rohingyas» muçulmanos que constituem um terço da população arakanesa.

A palavra «genocídio» circula nas redes sociais, inflamando as opiniões das grandes nações muçulmanas da região. Uma dúzia de Prémios Nobel da Paz, entre os quais a afegã Malala ou o sul-africano Desmond Tutu, acusam a atual líder política do país, Aun San Suu Kyi, de pactuar com as atrocidades perpetradas pelos militares contra os indefesos rohingyas. Uma petição lançada na internet recolheu meio milhão de assinaturas para pedir que a Dama de Rangum seja privada do galardão que lhe foi atribuído em 1991 pela sua resistência não-violenta à Junta Militar que governou o Myanmar de 1988 a 2011 e que só pôde receber após o fim do seu cativeiro em 2012.

Os seus (poucos) defensores argumentam que Suu Kyi, detentora do poder de facto desde a esmagadora vitória do seu partido, a Liga Nacional para a Democracia (LND), nas eleições legislativas de 2015, não se pode opor aos militares que continuam poderosos, nem ao clero budista, religião professada por 90% da população e pilar do nacionalismo e da identidade birmanesa, sob pena de fazer descarrilar a frágil transição democrática em curso desde 2011.

 

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