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Bélgica Aplaude Redução de Contrabando de Diamantes

| Editoria Economia | 06/02/2018

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O ministro belga dos Negócios Estrangeiros, Didier Reynders, regozijou-se com a diminuição do comércio ilegal de diamantes de 15 para 0,2 por cento desde a instauração do Processo de Kimberley (PK) em 2002.

O chefe da diplomacia belga sublinhou que o seu país, durante a presidência europeia em exercício do PK, pretende defender uma abordagem duradoura e responsável, dando uma atenção particular neste sentido à África.

Durante o mandato, a Bélgica vai exigir a aplicação das conclusões da African Diamond Conference (conferência africana de diamantes), organizada em Novembro último em Bruxelas, por iniciativa do Governo belga, acrescentou Reynders.

Segundo o ministro Este encontro, foi organizado principalmente porque a cidade belga de Antuérpia representa o maior centro de comércio de diamante bruto, com 84 por cento do comércio mundial deste recurso.
A Bélgica vai velar pela aplicação estrita das regras fixadas pelo PK, bem como dos princípios de eficácia e transparência que exigem luta contra o comércio ilegal de diamantes que fomenta conflitos armados em África, prometeu o diplomata belga.

 

Assim, prosseguiu, os diamantes provenientes da República Centro-Africana estão proibidos da venda no mundo pelo PK, devido aos conflitos que continuam entre grupos rivais naquele país.
A União Europeia (UE) as­sume, desde 1 de Janeiro, a presidência em exercício do PK, plataforma internacional a que aderiram 91 países e organizações, como as Nações Unidas e a UE, para combater o comércio ilícito de diamantes no mundo que permite as organizações criminosas adquirirem armas.
Angola foi dos países que lideraram a instituição do PK, chegando mesmo a exercer a presidência rotativa da organização e a orientar importantes processos como o da admissão da República Centro-Africana.

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