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Comissão Eleitoral trabalha na Líbia

| Editoria Política | 06/02/2018

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A Alta Comissão Nacional Eleitoral Líbia anunciou ontem as condições de inscrição dos cidadãos líbios residentes no estrangeiro nas listas eleitorais a iniciar-se hoje, tendo apelado a uma participação activa no processo.

A comissão, em comunicado na sua página Facebook,  explicou que as pessoas que se quiserem inscrever nas listas eleitorais devem possuir uma conta e-mail, um número de telefone do país de residência, ser de nacionalidade líbia e gozar dos seus direitos jurídicos, ter 18 anos de idade, ter um número de registo nacional e o nome inscrito no registo nacional.

A Alta Comissão Nacional Eleitoral Líbia frisou que o processo de inscrição se efectua no site Internet estabelecido pela Comissão para o efeito via o link www.voteabroad.ly.

O comunicado exortou todos os cidadãos líbios residentes no estrangeiro a “aproveitarem a oportunidade para exercer os seus direitos políticos a fim de participar activamente e contribuir para a reconstrução da Líbia e a sua estabilidade”.

A comissão  anunciou na quinta-feira a prorrogação das inscrições nas listas eleitorais até 15 deste mês, e explicou que a inscrição dos cidadãos no estrangeiro no registo dos eleitores começa no dia 6.
A Alta Comissão Eleitoral Nacional informou que o número total de eleitores inscritos atingiu dois milhões 309.257. No seu boletim diário, a Alta Comissão Nacional Eleitoral Líbia indicou que este número comporta eleitores inscritos nas eleições do Congresso Nacional e da Câmara dos Representantes que votaram respectivamente em 2013 e 2014 bem como novos inscritos.
A comissão sublinhou que o número de novos inscritos atingiu no sábado 799.966 eleitores. A prorrogação do período de inscrição dos eleitores até 15 deste mês  vai permitir que a taxa de participação dos cidadãos ultrapasse as expectativas.

Controlo das milícias 

As autoridades líbias continuam a tentar controlar as milícias que actuam de forma isolada ou com apoio de grupos extremistas como o Estado Islâmico, causando a destruição de aldeias e prejudicando a vida de milhões de líbios. 

O Governo Nacional de Transição, que conta com apoio da comunidade internacional, reconheceu, nos últimos dias que as movimentações e ataques isola-dos representam uma ame-
aça à realização de eleições na Líbia.

Nesse momento, as autoridades puseram em marcha um processo político militar para afastar as milícias das zonas cidades de grande influência como Tripoli e Benghazi, onde têm preferência por praticar actos de violência. No final de Janeiro, um grupo ligado ao Estado Islâmico realizou um ataque suicida em Benghazi que causou dezenas de feridos, alguns chegaram a estar em estado muito grave. 
As explosões trouxeram más recordações à segunda cidade mais importante do país norte-africano, palco de três anos de guerra, entre 2014 e o ano passado, segundo as autoridades líbias. 
A zona de al-Salmani, onde está localizada uma mesquita, está agora mais reforçada, para impedir que os extremistas voltem a atacar. Até agora, autoridades dão conta de vários confrontos entre milícias e o chamado Exército Nacional Líbio, movimento liderado por Khalifa Haftar. 

Uma estabilidade frágil

Até ao mês passado, o chamado Exército Nacional Líbio reclamou vitória sobre Benghazi e impôs um rigoroso controlo militar na cidade e em noutras regiões do leste da Líbia.

A batalha de Benghazi foi parte do conflito que sucedeu à deposição de Mohammar al-Khaddafi do poder, em 2011, morto numa operação apoiada pela  OTAN.

Desde 2014, a Líbia tem sido governada por Executivos rivais, cada um com as suas forças militares.
O Governo instalado no leste do país, próximo do chamado Exército Nacional Líbio, opõe-se ao Governo de Tripoli, que goza de reconhecimento internacional. 

 

Os líbios começaram a duvidar das condições reais para se realizar eleições livres e justas. Segundo a imprensa local, o governo de Tripoli tem apoio internacional, mas ainda tem que conquistar os seus adversários, que mais do que forças políticas são forças militares centradas na defesa das suas posições, distante do controlo de Tripoli.

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