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Hungria investe 172 milhões de Dolares em Angola

| Editoria + Angola | 15/02/2018

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À margem de uma audiência concedida pelo vice-presidente da República, Bornito de Sousa, o ministro dos Negócios Estrangeiros e do Comércio da Hungria, Péter Szjárto, anunciou nesta quarta-feira, em Luanda, que a  Exibank disponibiliza uma linha de crédito de 172 milhões de dólares, que serão investidos nos mais variados sectores, nos próximos tempos, por empresas da Hungria que operam no território angolano.

Segundo o governante, disse que as trocas comerciais entre Angola e Hungria aumentaram 16 vezes, sem precisar o valor das respectivas trocas.

Informou que a cooperação económica predomina nos sectores da agricultura e da energia.

O ministro anunciou ainda que os dois países vão cooperar no sector da defesa e segurança, sublinhando que militares angolanos poderão ser formados na Academia Militar de Budapeste (Hungria), em especialidades a serem definidas por Angola.

Péter Szjjárto declarou que o seu país vai continuar a cooperar no domínio da educação, com o aumento para 50 do número de bolsas de estudo para angolanos.

Acordo

Ainda nesta quarta-feira, dois instrumentos jurídicos foram rubricados entre Angola e a Hungria, nos domínios da agricultura e da formação superior. Este último envolve o Instituto Superior de Relações Internacionais "Venâncio da Silva de Moura" e o Instituto de Relações Internacionais do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Hungria.

Durante a sua permanência em Angola, o ministro dos Negócios Estrangeiros e do Comércio da Hungria manteve contacto com o presidente da Assembleia Nacional, Fernando da Piedade Dias dos Santos, com os ministros da Energia e Águas, do Ensino Superior, Ciência e Tecnologia e Inovação, entre outras entidades.

As relações entre as repúblicas de Angola e da Hungria, foram formalmente  estabelecidas em Abril de 1977, com a assinatura do Acordo de Cooperação Económico, Técnico-Científico que propiciou vários protocolos e memorandos, nos domínios do Comércio, Saúde, Agricultura e Cultura, a partir de 1981.

De recordar que foi com a ajuda de economistas húngaros que o governo angolano iniciou, em 1985, as reformas económicas para evoluir para a economia de mercado, depois de 10 anos de economia planificada.

 

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