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África do Sul tem Novo Líder

| Editoria Política | 16/02/2018

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O parlamento da África do Sul elegeu, nesta quinta-feira (15), Cyril Ramaphosa como o novo presidente do país.

O candidato Cyril Ramaphosa foi o único nomeado pelo congresso para ocupar o cargo, depois que os dois partidos da oposição anunciaram que não iriam participar do processo. Os opositores solicitaram sem sucesso a dissolução da Assembleia Nacional e eleições antecipadas.

 No entanto, Ramaphosa foi eleito sem oposição como o sucessor permanente de Jacob Zuma e declarado devidamente eleito pelo chefe da Justiça sul-africana Mogoeng Mogoeng. Pouco tempo depois, ele fez o juramento ao cargo.

Ramaphosa era vice-presidente até a renúncia de Zuma, anunciada na quarta-feira (14).

Líder sindical e advogado, Ramaphosa é também líder do partido Congresso Nacional Africano (ANC) desde Dezembro do ano passado, ao derrotar a ex-esposa de Zuma, Nkosazana Dlamini-Zuma.

Este episódio sul-africano, acabou por pôr um termo à crise política no país, desde que em 2005 as primeiras acusações de corrupção e lavagem de capitais começaram a assolar o então presidente Jacob Zuma.

Recorde-se que desde 1994, o ANC tem obtido a maioria absoluta no Parlamento, tendo os sucessivos presidentes da República: Nelson Mandela (Maio de 1994-Junho de 1999), Thabo Mbeki (Junho de 1999-Setembro de 2008), Kgalema Motlanthe (Setembro de 2008-Maio de 2009) e Jacob Zuma (Maio de 2009-Fevereiro de 2018) e agora Cyril Ramaphosa é o quinto presidente desde o fim do regime do apartheid, em 1994.

Em uma breve declaração após ser eleito, "Sinto-me verdadeiramente honrado em ter tido este grande privilégio para poder servir o nosso povo. Para mim esta é verdadeiramente uma oportunidade. Vou tentar realizar todas as tarefas com humildades e também com dignidade. É o que eu quero fazer. Uma das coisas que procurarei fazer é trabalhar com todos os partidos. Podemos trabalhar juntos para melhorar as vidas do nosso povo. Acredito no que quero fazer", assegurou o novo presidente sul-africano.

Também admitiu que vai tentar resolver os problemas na África do Sul, como por exemplo a corrupção: "Os problemas que levantaram, a corrupção e sanear as empresas estatais, como lidar com o capital estatal, tudo isso são preocupações proritárias. Vamos começar a trabalhar nisso tudo e já amanhã. Vou apresentar algumas das medidas que pretendo tomar", concluiu Cyril Ramaphosa.

O novo presidente foi o principal impulsor das manobras para buscar a renúncia do ex-mandatário.

 O partido opositor Aliança Democrática disse que irá cooperar com Ramaphosa, desde que ele actue em prol dos interesses do povo sul-africano. "Encontro você em 2019, nas urnas", disse o líder do partido Mmusi Maimane.

Já os membros do Partido Lutadores da Liberdade Económica se retiraram do parlamento antes da votação, e criticaram o ANC, pelo que chamaram de eleição "ilegítima". Julius Malema, líder do partido, também afirmou que o partido que actualmente ocupa a presidência violou a Constituição por não responsabilizar Zuma por supostas práticas corruptas.

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