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África Austral concentra o maior número de projectos de construção do continente

| Editoria Empresas | 16/02/2018

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A consultora Deloitte, apresentou no mês de Fevereiro, um estudo anual “África Construction Trends 2017”, onde revela que o sector da construção em África registou um crescimento de 5,9% no número total de projectos (de 286 para 303), embora em termos de valor tenha decrescido 5,2% face ao ano anterior, fixando-se agora nos 307 mil milhões de dólares, revela o estudo anual.

A região da África Austral foi a que reuniu o maior número de projectos (93), enquanto a região da África Ocidental fixou os mais valiosos (total de 98,3 mil milhões de dólares).

Mesmo que o número de projectos na África Austral tenha crescido de 85 para 93, quase 9,4 por cento, o valor dos mesmos diminuiu de 93,5 para 89,7 mil milhões de dólares (4,1 por cento), um resultado influenciado pela suspensão da construção da refinaria do Lobito, em Benguela.

Grande parte dos projectos de construção na região austral está localizada na África do Sul (47%), Angola (14 %) e Moçambique (13%). “Os países africanos continuam a ser afectados por um conjunto de factores externos e internos, com impacto não só no crescimento económico, mas também no sector da construção”, referiu Joaquim Oliveira, director da Deloitte.

O Senior Manager da Deloitte disse ainda que, “Os países africanos continuam a ser afectados por um conjunto de factores externos e internos com impacto, não só no crescimento económico, mas também o sector da construção. Enquanto em 2016 se atingiu o ponto mais baixo do abrandamento económico, é expectável que a expansão económica para a região da África Subsariana atrase o crescimento do continente em 2017, mas que recupere até cerca de 3,4% em 2018. Este cenário continua a afectar a confiança dos investidores, bem como os orçamentos para os projectos de infra-estruturas, conforme o nosso estudo evidencia”.

Uma das tendências identificadas no estudo é o aumento do número de projectos de menor dimensão, isto é, entre os 50 e 500 milhões de dólares, os quais representam 64 por cento do total (193 dos 303). Esta situação deve-se ao facto de os projectos de pequena dimensão serem mais simples de concretizar, face a projectos de maior dimensão, onde a necessidade de articulação dos vários intervenientes no processo (entidades financiadoras, empresas de construção, Governos, entre outras) é mais complexa, conduzindo a um prazo mais alargado para a sua concretização.

Sectores dos transportes e imobiliário 

O mesmo estudo descreve que o sector dos transportes foi o que reuniu o maior número de projectos de construção no continente africano (36%), seguido pelo imobiliário (22%) e energia (19%). Embora a percentagem de projectos no sector do petróleo e gás tenha permanecido baixa (4%), este destaca-se como o mais valioso, representando 25% do valor total (76,9 mil milhões de dólares) do continente.

 

Na África Austral, o sector imobiliário foi aquele que apresentou o maior número de projectos (29%) em 2017, seguido pelo sector da energia (25%). Contudo foi o sector dos transportes que registou o maior crescimento, cerca de 24%, um resultado que esteve ligado à construção de quatro novos projectos, dois dos quais em Angola (modernização do aeroporto Maria Mambo Café, em Cabinda, e reabilitação da estrada Quitexe - Ambuíla - Quipedro).

 Governos com participação na maioria dos projectos

O documento avalia a participação dos Governos e descreve a continuidade da responsabilidade pela promoção da maioria dos projectos de construção em África (73%), mas também as entidades que mais financiaram (27%). As empresas nacionais privadas surgem em segundo lugar, como promotores de (13%) dos projectos. Em relação ao financiamento, a China ocupa a segunda posição, com 16%, seguida das empresas privadas, com 15%, e das Instituições Financeiras de Desenvolvimento, com 13%.

 

No caso particular da África Austral, verifica-se a mesma tendência que no restante continente. A grande maioria dos projectos foi promovida pelos Governos (60%) e empresas nacionais privadas (26%). Analisando o financiamento, e é registada a existência de um maior equilíbrio entre os Governos e as empresas privadas, com 32% e 26%, respectivamente.  

China afirma-se como maior construtor no continente africano

O estou destaca o ano de 2017, a China que ganhou relevância no panorama africano da construção, ao executar 85 dos 303 projectos (28%). As empresas nacionais privadas estiveram responsáveis pela construção de 22% e os “outros países asiáticos” por 7%. Também as empresas italianas ganharam expressão face ao ano anterior, executando 17 projectos (6%). Seguem-se os consórcios internacionais, com 12 projectos (4%) e as empresas americanas, portuguesas e sul-africanas, com 10 projectos cada (3%).

 

Na África Austral, as empresas privadas executaram 30% dos projectos, enquanto as empresas chinesas 18%. As empresas portuguesas tiveram também um peso importante na construção de projectos nesta região, com 9% do total.

 

 

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