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Sonangol presta contas ao país

| Editoria Empresas | 01/03/2018

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A Sonangol realizou nesta quarta-feira (28), em Luanda, uma conferência de imprensa, onde apresentou o relatório anual da petrolífera angolana.

A nova administração da petrolífera, liderada por Carlos Saturnino, nomeado em Novembro de 2017, pelo Presidente da República, João Lourenço, encontrou a companhia com sérias debilidades de gestão.

Em 2016, a dívida da Sonangol era de USD 9,8 mil milhões (incluía pagamentos a fornecedores e impostos), mas reduziu em 2017 para USD 4,8 milhões, fruto da disponibilidade injectada pelo Estado.   

O PCA,  Carlos Saturnino, na sua apresentação disse terem pago, em 2017, todos os atrasados relacionados com os impostos ligados ao IRT e outras despesas para-fiscais.

Segundo Carlos Saturnino,  a antiga administração de Isabel dos Santos, encaminhou-se por práticas "não recomendáveis pelos manuais modernos de gestão, ao fazer contratos que beneficiavam as empresas e os membros do conselho, gerando conflito de interesses".

Quando assumiu a Sonangol, o novo PCA disse ter priorizado a realização de um diagnóstico do estado real da empresa, pelo que agora trabalha na reestruturação da companhia e no resgate da imagem da concessionária nacional junto dos parceiros internacionais.

Para demonstrar a normalização da relação com os credores, Carlos Saturnino informou que as receitas totais arrecadadas em Janeiro de 2018 totalizaram USD um bilião e 158 milhões, dos quais USD 834 milhões e 586 mil serviram para o pagamento da dívida.

Outro desafio a que se propôs a nova administração foi melhorar a relação com as multinacionais que operam em Angola e em resultado disso já assinou acordo com a ENI, no domínio da refinação, e com a Total, para o desenvolvimento de campos petrolíferos em águas ultra-profundas.

Angola é o segundo maior produtor de petróleo da África a Sul do Shara, depois da Nigéria, com uma produção média de 1,6 milhões de barris/dia.

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