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Angola e Congo internacionalizam o seu comércio

| Editoria Empresas | 06/03/2018

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O Caminho-de-ferro de Benguela que interliga a República Democrática do Congo (RDC) realizou a sua primeira actividade ferroviária na segunda-feira, 5, transportando uma mercadoria de mil toneladas de manganês acomodadas em 50 contentores de 20 pés, tendo destino para os portos das China e da Índia.

A ligação ferroviária esteve interrompida a 34 anos, por motivos da partida de uma composição ferroviária de 25 vagões da estação do caminho-de-ferro de Benguela (CFB) do Luau, em direcção ao Porto do Lobito.

O primeiro funcionário do sector do comércio externo encarregado de fazer chegar o minério aos países de destino,  Francisco Somavie antevê que essa relação comercial entre Angola e Congo, trará novas oportunidades para os empresários, principalmente para os do mercado dos despachantes e transitários, bem como os do sector dos transportes, e a elevação da arrecadação de receitas com a cobrança de impostos pela Administração Geral Tributária (AGT).

O Corredor do Lobito facilitará a vida comercial dos empresários das duas regiões, e ganharam um  novo caminho  para o envio de mercadorias para a RDC, nomeadamente, cimento, peixe, sal e cerveja, que neste momento são as mais solicitadas no mercado daquele país.

No processo da reinauguração das ligações ferroviárias, o director comercial da cimenteira de Benguela Cimenfort, Nilton de Carvalho, anunciou um projecto para exportar cimento para a RDC.

O gestor, que esteve no Luau para participar no acto de relançamento das operações internacionais do Caminho-de-Ferro de Benguela, afirmou que, com uma produção de mil toneladas por ano, a Cimenfort está aberta a contactos no mercado da RDC.

“A minha presença aqui, no Luau, tem a ver com os contactos com empresários congoleses para escoar cimento para o seu país”, disse Nilton de Carvalho, notando que o cimento da sua companhia é apenas consumido no mercado nacional, sobretudo nas províncias do Sul de Angola.

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