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Política

EUA: 19 Russos sancionados por interferirem nas eleições de 2016

| Editoria Política | 16/03/2018

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19 Cidadãos russos, enfrentam a imposição de uma pacote de sanções, por serem acusados de ingerência na eleição presidencial norte-americana de 2016 e de ciberataques. O procurador especial Robert Mueller indicou Entre 13 nomes.

O anuncio foi feito nesta quinta-feira, 15, pela a Administração Trump, onde explica que os sancionados são acusados de levar a cabo “ciberataques destrutivos e intrusões tendo por alvo infraestruturas críticas”, nas palavras do secretário norte-americano do Tesouro, Steven Mnuchin.

Os mesmos, fazem parte da lista divulgada pela administração norte-americana no passado dia 30 de Janeiro, que ficou conhecida como a "Lista Putin" em que são identificados, a pedido do Congresso, 96 oligarcas e 114 altos funcionários do Kremlin que enriqueceram ou foram promovidos por intervenção do chefe de Estado russo.

O secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, prometeu sanções adicionais contra “altos funcionários e oligarcas” por alegadas “actividades desestabilizadoras”. Mnuchin não detalhou o calendário de aplicação do pacote de sanções, mas adiantou que estas vão cortar o acesso ao sistema financeiro dos Estados Unidos.

O responsável adintou que as sanções, constituem também uma resposta a “ataques nefastos em curso”. Estas medidas punitivas abrangem cinco grupos, incluindo estruturas dos serviços secretos russos.  
Moscovo já se pronunciou, anunciando, por sua vez, “represálias”.

“Reagimos com calma. Começámos a preparar medidas de retaliação” afirmou o vice-ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Sergei Ryabkov, em declarações citadas pela agência Interfax.

Ryabkov sugeriu ainda que as novas sanções norte-americanas estarão “ligadas à campanha eleitoral” para as presidenciais na Rússia, que se realizam no próximo domingo.

A Agência de Investigação da Internet, estrutura russa que terá inundado as redes sociais norte-americanas com conteúdos políticos em 2016, e Yevgeniy Viktorovich Prigozhin, tido como um dos principais financiadores desta estratégia e próximo de Vladimir Putin, também sofreram as mesmas sanções.

 

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