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Angola Celebra 16 Anos de Paz e Reconciliação Nacional

| Editoria Política | 05/04/2018

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Quarta-feira, 4 de Abril de 2018,data inesquecível para os angolanos, é o 16.º aniversário da conquista da paz definitiva em Angola, um acordo assinado na cidade do Luena, entre o poder executivo (MPLA) e a União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), que resultou no calar das armas um conflito vivido desde 1975.

Neste ano, a província de Malanje foi o lugar escolhido para a celebração do Dia da Paz e da Reconciliação Nacional.

A actividade foi dirigida pelo vice-presidente da República, Bornito de Sousa, onde reconfirmou que a prioridade do país são as eleições autárquicas antevistas para 2020.

A consolidação da paz e da reconciliação nacional são premissas fundamentais de toda a acção prática do MPLA, cujas raízes assentam na longa luta de libertação nacional contra o colonialismo português e contra as agressões militares externas, razão porque continuará a bater-se pelo aprofundamento da inclusão política e social, para que Angola cresça de modo equilibrado, harmonioso e com equidade.

Neste sentido, a actual realidade de paz definitiva em Angola coloca ao MPLA e a todos os angolanos a responsabilidade da sua preservação e contínua consolidação, visando a garantia do normal desenvolvimento económico e social do País e a satisfação das necessidades sempre crescentes dos cidadãos, acrescentou Bornito de Sousa.

Na celebração do Dia da Paz e da Reconciliação Nacional, a reverência e a honra foi atribuída ao Arquitecto da Paz, José Eduardo dos Santos, Presidente do MPLA, que nos momentos mais desfavoráveis da história recente de Angola, soube manter a tranquilidade, impondo a vitória do bem sobre o mal e, desta forma, propiciar, com o seu alto sentido patriótico, uma genuína reconciliação entre irmãos, outrora desunidos.

 Recorde que em Angola, a guerra chegou ao fim no dia 22 de Fevereiro de 2002, após a morte, em combate, de Jonas Savimbi, líder histórico e fundador da UNITA. Durante praticamente três décadas, morreram cerca de meio milhão de angolanos, entre militares e civis.

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