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Saúde

Malária matou 2.100 Pessoas em Angola

| Editoria Saúde | 09/04/2018

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A Malária, é a principal causa do índice de mortalidade no país, o registou foi feito pelas autoridades sanitárias, que indicam que no primeiro trimestre de 2018, mais de 720 mil casos de malária, resultou em quase 2.100 óbitos.

O Ministério da Saúde, apresentou um relatório a que a agência Lusa teve acesso na quinta-feira, 05 de Abril, que descreve à situação epidemiológica do país sobre a malária foram registados de Janeiro até ao dia 02 de Abril, 720.086 casos, dos quais 2.096 pessoas morreram.

Os dados indicam que as províncias mais afectadas são: Luanda, com 177.029 casos e 278 óbitos, Benguela (90.896 e 348 óbitos), Uíge (69.164 e 250 óbitos) e Bié (65.068 e 324 óbitos).

Já as províncias com poucos casos e óbitos são: Cabinda (2.061 e cinco óbitos), Namibe (5.355 e cinco óbitos) e Cunene (5.926 e 28 óbitos).

A província do Huambo, é tida na lista como a menos afectada com um índice de casos (24.757), relativamente às restantes regiões apresenta um elevado número de mortes, com um total de 122 óbitos, igual situação à do Cuanza Sul, com um registo de 40.990 casos e 141 mortes.

De acordo com o documento, afirma que a malária, além de ser a principal causa de morte em Angola, é também o principal motivo de internamentos hospitalares e de abstenção escolar e laboral.

Os dados apontam que nas últimas 24 horas houve a necessidade de internamento de 394 doentes, tendo sido solicitadas 103 transfusões sanguíneas e realizadas 137 hemotransfusões.

Também nas últimas 24 horas, a malária afectou 4.774 crianças entre os zero e quatro anos, com um total de 28 óbitos, seguindo-se menores entre os cinco e 14 anos, com 4.250 casos e nove óbitos, sendo o restante maiores de 15 anos com 4.471 casos e 13 mortes, que perfazem o total em todo o país de 13.405 casos e 50 óbitos.

Como medidas de controlo vectorial e acções de prevenção da doença em todo o país, foram realizadas várias acções nas últimas 24 horas, como a distribuição de mosquiteiros, fumigação aérea, pulverização intradomiciliar e aplicação de biolarvicidas em criadouros, para o controlo larval.

 

 

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