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Pequim declara guerra comercial a Washington

| Editoria Política | 11/04/2018

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100 Mil milhões de dólares são a nova tarifa estipulada pelos Estados Unidos sobre a importação dos produtos chineses. Essa informação fez com Pequim declara-se guerra comercial com Washington.

O ministério do comércio chinês rejeitou na sexta-feira, 6 de Abril, a possibilidade de que Pequim e Washington estejam a prevenir uma guerra comercial entre os dois países.

O principal assessor económico da Casa Branca, Larry Kudlow, fez perceber que o EUA, procurava uma solução, depois do pronunciamento de impor tarifas sobre 100 milhões em comércio bilateral.

O ministro do comércio da China Zhong Shan, comprometeu-se a defender os interesses do país em caso de guerra comercial com Washington.

“Não haverá vencedores entre Pequim e Washington. Isso trará um desastre para os dois governos bem como para todo mundo” declarou Zhong Shan, durante uma conferência de imprensa.

O porta-voz do ministério do comércio Chinês em Pequim, Gao Feng disse: “Já faz alguns meses que as autoridades ficais e económicas dos dois países não negociam”.

O responsável acusou a Casa Branca de iludir os mercados financeiras ao dar entender que existem conversões em curso declarando que “não é essa a verdadeira situação”.

Numa entrevista concedida à Bloomberg TV, o assessor da Casa Branca Larry Kudlow, admitiu que até agora não houve negociações significativas com Pequim, e garante que isso continua a ser uma possibilidade; e deseja que aconteça dentro de dois meses, acrescentou que o seu presidente não quer colocar desordem na economia.

Donal Trump agiu assim, porque Pequim vem coagindo empresas americanas a transferir propriedade intelectual a empresas chinesas com condição para que possam fazer negócios na China, uma acusação que China nega.

O clima de conflito comercial afectou os mercados, quando na sexta-feira, 06, Trump decidiu levar avante as tarifas. “O mercado subiu 40%, 42%, por isso podemos perder um pouco dos ganhos, mas no fim de todo essa fase ganharemos um país muito mais forte”, comentou o assessor da Casa Branca Larry Kudlow.

 

 

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