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Empresas angolanas desempregaram mais de 100 mil funcionários desde 2014

| Editoria Sociedade | 16/04/2018

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Os sectores da construção civil e obras públicas, indústria transformadora e comércio, desempregaram mais de 100 mil funcionários desde 2014.

A informação foi avançada numa entrevista exclusiva ao jornal País, pelo secretário-geral da União Nacional dos Trabalhadores Angolanos (UNTA), Manuel Viage.

Manuel Viagem explica que a UNTA, enquanto central sindical, tem por função representar ao mais alto nível os seus associados junto dos poderes instituídos.

De acordo com o responsável, o mau funcionamento da economia nacional é um dos principais motivos para o aumento de desemprego a nível do país. Há três anos a tendência da economia era de crescimento, nos últimos tempos, a observação que se faz é de redução.

“Um grande número de empresas têm estado a reduzir as suas estruturas de custos, o que implica redução de custos operacionais e, consequentemente, estas reduções reflectem-se na diminuição da força de trabalho. Ou seja, as empresas, para se manterem no mercado, estão a ser obrigadas a demitir trabalhadores”, explicou Manuel Viage.

O outro factor que influencia também este quadro é o funcionamento da Inspecção-geral do Trabalho e das salas de trabalho.

“Confrontamo-nos diariamente com muitas inobservâncias da legislação laboral, ou seja, se por um lado alguns empregadores não mostram grandes disponibilidades para aceitar que os trabalhadores se organizem sindicalmente (podemos aqui afirmar que existem instituições aonde não existe liberdade sindical), por outro, sabemos que as empresas fazem poucos investimentos no domínio daquilo que se pode considerar a saúde e segurança no trabalho”, afirmou o secretário-geral da União Nacional dos Trabalhadores Angolanos (UNTA), Manuel Viagem.

O responsável da pasta, está preocupado com a celeridade das empresas na demissão do pessoal. Segundo ele, o mercado de trabalho em Angola está muito dependente dos indicadores que animam a economia.

Actualmente a UNTA registou a demissão de mais de 100 mil trabalhadores desde 2014. Para além de Luanda, as províncias de Benguela, Huíla e Cabinda apresentam números bastante altos. Ou seja, naquelas províncias onde há alguma indústria funcional pode-se notar um número maior de desemprego devido à paralisação e diminuição da produção.

 

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