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Sonangol declara que a Primagest não faz parte do grupo empresarial angolano

| Editoria Empresas | 16/04/2018

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Sonangol E.P. - Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola-Empresa Pública informa que a empresa Primagest- Sociedade Gestora, que terá contratado para trabalhar em Angola Orlando Figueira o ex-procurador português e arguido, não fez nem faz parte do grupo petrolífero angolano.

O esclarecimento está interligado com o julgamento da Operação Fizz, em Lisboa, Portugal, em que o ex-vice-Presidente angolano Manuel Vicente é arguido.

Segundo o comunicado de imprensa enviado no sábado, dia 14 de Abril, à Revista África 21, reafirma que por motivos de poderem continuar a subsistir dúvidas sobre a sua declaração de Abril de 2016, a petrolífera declara que a empresa Primagest - Sociedade Gestora S.A. "não é, nem era, nomeadamente de 2011 a 2013, sua subsidiária, nem fazia parte de qualquer estrutura empresarial detida a qualquer título pela Sonangol ou de que esta fizesse parte, nem estava, de qualquer outra forma, consigo relacionada".

"O mesmo se aplica às empresas Berkeley - Gestão e Serviços S.A. e Leadervalue - Consultoria Investimentos S.A.".

Descreve, "para que também não subsistam dúvidas, a Sonangol declara expressamente que não tem, nunca teve, directa ou indirectamente, qualquer relação com a aquisição do grupo empresarial Coba pela Berkeley - Gestão e Serviços S.A. e pela Leadervalue - Consultoria Investimentos S.A., ou, sequer, com a atividade desse grupo empresarial nos anos que se seguiram; Seja no que respeita às empresas registadas em Angola, seja no que respeita às empresas registadas em Portugal, nomeadamente a Coba - Consultores para Obras Barragens e Planeamento S.A. e a Coba - Consultores de Engenharia e Ambiente S.A”.

 

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