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“Processo dos 50” no palco do Teatro

| Editoria Cultura | 24/04/2018

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 A história sobre o conflito político que teve inicio em Março de 1959 e terminou em Agosto do mesmo ano, que resultou na prisão de 50 nacionalistas, denunciados por Joaquim Pinto de Andrade que enviou uma carta para o seu irmão Mário Pinto de Andrade, denominado “Processo dos 50”, é o nome da peça teatral do colectivo de Artes Pedro Bélgio, realizado no Camões/Centro Cultural português, no dia 11 de Abril do ano em curso, pelas 18 horas em Luanda.

O espetáculo teatral teve a duração de uma hora, trouxe para o público uma realidade passada e sofrida da história de Angola, um registo de homens que lutaram pela libertação e independência do país.

A sinopse da história é centralizada “no desejo de liberdade que sorriu para enfermeiros, mecânicos, oficiais administrativos, estudantes e poetas e foi atuando na clandestinidade, tanto nos musseques, como no centro das cidades. Patriotas angolanos procuravam despertar consciências e denunciar atrocidades coloniais, apelando à comunidade internacional para se juntar à causa independentista. Denúncias e perseguições aos patriotas resultavam em prisões. Ocorrido a 29 de Março de 1959, em Luanda, tornou-se num marco histórico na luta pela libertação”.  

A narração dos processos dos 50 faz menção aos patriotas angolanos que seu maior interesse era despertar consciências e denunciar atrocidades coloniais, apelando à comunidade internacional para se juntar à causa independentista.

A sala de centro cultural português, ficou abarrotada pelos amantes do teatro, estava aberta para todos estratos sociais, ganhou o aplausos e elogios, de todos os espectadores.

O colectivo de Artes Pedro Bélgio é orientado por Edson Vunge, e conta com  24 integrantes, Job Domingos, Deodeth da Luz, José Mbanza, Silvia Matilde, Augusta da Silva, Florêncio de Sousa, Isabel António, Nicolas Quinta, Cardoso António, Jonas Michel e Sousa Ricardo. Completam o elenco, António Kapango, Rui Miguel, Ericksom Miguel, Rui Domingos, Albino Baião, Francisco Meck, Miguel Adão, Lourenço Paposseco, Mário Famoroso, Perivaldo di Sara, Jack Bento, Pedro Zito e Ernesto Cardozo.

O colectivo foi criado a 14 de Maio 2005, por Abel Miguel Pedro, estudante de Antropologia, educador social e activista, fruto da formação dada pelo Grupo Labaredas de Fogo.

O grupo surgiu da necessidade dos jovens do Bairro Mártires de Kifangondo e arredores dos Bairros Cassequel, Prenda, Rocha, Cassenda e Calemba, em resgatar valores morais, combater a delinquência juvenil, bem como valorizar e preservar o património público e a identidade sócio-cultural de cada bairro.

 

 

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