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42.000 migrantes beneficiaram da anulação do plano de expulsão de Israel

| Editoria Política | 27/04/2018

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A população eritreia e sudanesa  enfrentam vários problemas de ordem socioeconômica, de acordo com o site https://brasilescola.uol.com.br/geografia/eritreia – 68% dos habitantes da Eritreia, são subnutridos; grande parcela da população é portadora do vírus HIV; o índice de analfabetismo é altíssimo (36%) e a maioria da população vive com menos de 1,25 dólar por dia, ou seja, abaixo da linha de pobreza.  A população sudanesa não tem um quadro muito diferente, o Índice de Desenvolvimento Humano nacional é de 0,379 (baixo); os habitantes enfrentam muito tempo de seca, maior causa do aumento da subnutrição em várias porções em todo território nacional, que impede o desenvolvimento da agricultura.

Foi neste quadro que 42.000 migrantes de origem eritreia e sudanesa que se encontram ilegais em Israel, que faziam parte do plano de expulsão do governo israelita, foram beneficiados com anulação da ordem de expulsão no dia 25 de Abril.

O Supremo Tribunal de Israel foi informado pelos serviços governamentais, sobre anulação do plano, depois de alguns países terceiros não citados, terem recusado em acolher os emigrantes.

O presidente de Israel Benjamim Netanyahu, na sua conta Twitter, deixou claro a intenção de reabrir o centro de detenção de Holot. E anunciou um acordo feito com o ministro do interior Arié Dery, “para se organizar o mais rápido possível com vista a reabertura dos centros de detenção para encontrar uma solução para o problema dos migrantes”.

O chefe do poder executivo israelita, fez menção do encerramento do centro de detenção de Holot no sul do país em Fevereiro.

Uma boa parte dos migrantes foram transferidas para a prisão de   Saharonim.Em África o governo israelita negociou com os países do Ruanda e o Uganda, na possibilidade de receberem os migrantes que corriam o risco de serem expulsos. “De acordo com anulação do plano de expulsão a possibilidade de serem transferidos por um outro país não é mais relevante”, reconheceu o Presidente DE Israel Benjamim Netanyahu.

O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), criticou o plano do governo Israelita, e também uma boa parte da sociedade israelita demostrou o seu descontentamento em relação ao plano.

Recorde, que 200 migrantes foram aprendidos pelo governo israelita por não aceitarem sair do país. Constata-se que os mesmos já se encontram em liberdade desde o mês de Abril, após o julgamento feito pelo Supremo Tribunal. O motivo da libertação dos 200 migrantes, foi pelo facto do executivo não ter êxitos no acordo com os países de acolhimento.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                  

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