Publicidade

Publicidade

Publicidade

África 21 OnlineÁfrica 21 Online

Registre-se na nossa newsletter e mantenha-se informado.
África 21 no Facebook

África 21 Online

Pesquisa

Siga o portal África 21

Feed RSS Twitter Facebook

Edição Impressa

Edição do Mês

Destaques da edição de Junho de 2018

MIANMAR

Rohingyas, vítimas da História e dos jogos de influência na Ásia

CHINA

A China e o futuro

ANGOLA

Novo Presidente, vida nova?

BRASIL

O país enfrenta 12 meses turbulentos

Rádio

Publicidade

Empresas

2,1 bilhões de Reais, é o maior negócio da Odebrecht no Brasil até agora

| Editoria Empresas | 07/05/2018

-A / +A

Imprimir

-A / +A

A empresa Odebrecht Engenharia e Construção (OEC) assinou um acordo com a Petrocity Portos para construir um megaporto multicargas no Espírito Santo. Com valor de obra estimado em R$ 2,1 bilhões, é o maior negócio da OEC no Brasil desde a Operação Lava-Jato. A empresa fará o estudo, projeto e construção.

 

As obras deverão começar no primeiro trimestre de 2019. Neste mês de Maio, a Petrocity entrará com o pedido de Licença Prévia e até julho com o de Licença de Instalação do empreendimento no órgão ambiental do Estado do Espírito Santo (Iema).

 

O director José Roberto Barbosa em entrevista ao Jornal Valor explicou que a Petrocity foi criada em 2013 por um grupo de investidores brasileiros e estrangeiros e conta com um fundo árabe que bancará 100% do financiamento. Por acordo de confidencialidade, os nomes não podem ser revelados até a obtenção da Licença de Instalação.

 

O denominado Complexo Portuário de São Mateus, o porto será construído no Norte do Estado e dentro da área de abrangência da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), merecerá incentivos e benefícios fiscais. “Será o primeiro porto do Sudeste dentro da região da Sudene”, afirma Barbosa.

 

O futuro porto terá área de 1,5 milhão de metros quadrados e 5,2 mil metros de cais, sendo 1,8 mil metros de cais frontal e o restante dividido entre os molhes Sul e Norte, que são dois píeres de atracação. Poderá receber grandes embarcações com calado operacional de 16 metros — caso raro em portos do Sudeste.

 

Haverá área para movimentação de contêineres, cargas rolantes, rochas ornamentais (o Espírito Santo é grande produtor), atendimento offshore e reparo naval. Cada uma dessas cargas terá um operador âncora no porto.

 

Segundo o gerente de contratos da OEC, Giorgio Bullaty, a companhia já construiu 55 portos ao redor do mundo. Alguns demandaram soluções ambientais engenhosas, como a Embraport, em Santos, da qual o braço de investimento em concessões da Odebrecht foi sócio.

 

O memorando de entendimentos assinado entre a Petrocity e a OEC prevê que a construtora prestará ajuda na obtenção das licenças usando a experiência técnica da equipe de meio ambiente. “Quando da execução das obras após as licenças teremos a exclusividade da construção” diz Bullaty.

 

 

 

Imprimir

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Siga o portal África 21

Feed RSS Twitter Facebook
África 21 Online

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade