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Dívida pública moçambicana mantém-se insustentável

| Editoria Economia | 14/05/2018

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O Fundo Monetário Internacional (FMI) afirma que Moçambique continua com uma divida pública insustentável, num valor afixado em 112% do Produto Interno Bruto (PIB).

A informação foi divulgada numa aula aberta realizada pela universidade Pedagógica (UP) em Maputo, onde o alto funcionário do FMI em Moçambique; Ari Aisen, foi convidado a palestrar sobre o tema “Conjuntura Económica em Moçambique- Para além das Estatísticas e Políticas Económicas”. 

O representante do FMI incentivou o executivo moçambicano a criar medidas ficais para melhorar o quadro económico. E garantiu que uma boa administração da dívida pública permitiria numa estabilidade macroeconómica à Moçambique.

"Lamentavelmente, a dívida pública está num nível insustentável, fixando-se ao redor de 112% do PIB, que é um dos indicadores usados para realmente medir a posição da dívida de um país", afirmou Ari Aisen.  

O palestrante reforçou que um esforço adicional na fiscalização, concederia lugar a uma restrição mais convincente das taxas de juro; essa minoração de juros mais rápida, permitiria uma melhoria da economia.  

Por outro lado, Ari Aisen entende que seja necessário criar reformas no ambiente de negócios como forma a permitir o rápido desenvolvimento do sector privado e a consequente geração de empregos.

O representante Residente do FMI em Moçambique fez ainda um panorama das razões que estiveram na origem da queda da economia moçambicana, destacando o surgimento de dívidas ocultas associadas às mudanças climáticas que contribuíram significativamente para escassez e subida dos preços dos produtos agrícolas.

Actualmente, o novo stock de reservas do Banco Central cobre mais de sete meses de importações, sem incluir os grandes projectos.

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