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Grupo Emirates anuncia resultados financeiros de 2017-18

| Editoria Empresas | 14/05/2018

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O Grupo Emirates, integrado pela Emirates e pela Dnata anunciou no seu relatório de contas 2017-18, que obteve pelo 30º ano consecutivo lucros, no montante de 1,1 mil milhões de dólares, o que significa um aumento de 67% relativamente ao ano anterior.

 Segundo a nota de imprensa da Emirates, a maior companhia aérea do mundo, obteve um aumento dos lucros na ordem de 124 %, alcançando 762 milhões de dólares, durante o exercício de 2017/18. As suas receitas tiveram um aumento de 9% para 25,2 mil milhões de dólares, devido ao forte desempe no sector de carga.

 A companhia aérea registou um recorde de 58,5 milhões de passageiros, um aumento de 4%, e alcançou uma taxa de ocupação de 77,5%. O aumento da taxa de ocupação em relação aos 75,1 % do ano passado é resultado de uma gestão bem-sucedida, uma resposta à incerteza política e à forte concorrência em muitos mercados, apesar de ter havido um aumento moderado de 2% na capacidade de lugares. Apoiada pelo enfraquecimento do dólar em elação à maioria das moedas, a receita dos passageiros aumentou para 0.69 dólar por quilómetro.

 Os custos operacionais aumentaram em 7% ao longo do exercício 2017-18. O preço médio do combustível para aviação aumentou em 15% durante o exercício. Incluindo um aumento de 3% em relação ao aumento de capacidade, o gasto em combustível aumentou em 18% em relação ao ano passado, para 6,7 mil milhões de dólares. O combustível é agora 28% dos custos operacionais, comparado a 25% em 2016-17, e permaneceu como a maior componente de custo da Emirates.

 A companhia revelou ainda que encerrou o ano fiscal com um nível saudável e elevado de 5,6 mil milhões de activos em dinheiro. A receita gerada pelas seis regiões da Emirates continua bem equilibrada, sem que nenhuma região tenha contribuído com mais de 30% da receita total. A Europa foi a região que mais contribuiu, com uma receita de 7,3 mil milhões de dólares, um aumento de 12% em relação a 2016-17. A Ásia Oriental e a Australásia seguem de perto com 6,9 mil milhões de dólares, um aumento de 12%.

 A região das Américas registrou um crescimento de receita de 3,7 mil milhões de dólares, um aumento de 7%. As receitas do Golfo e do Oriente Médio diminuíram 2%, para 2,3 mil milhões de dólares, enquanto as receitas para a África aumentaram 8%, para 2,6 mil milhões de dólares. As da Ásia Ocidental e do Oceano Índico aumentaram 5%, para 2,1 mil milhões de dólares.

 

 

 

 

 

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