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Vacina Contra a Epidemia do Ébola

| Editoria Saúde | 18/05/2018

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Uma vacina experimental contra a febre hemorrágica  de Ébola, poderá ser testada durante o mês de Junho, na República Democrática do Congo, onde o vírus reapareceu  nas últimas semanas na região nordeste do país, declarou um alto funcionário da Organização Mundial de Saúde (OMS).

O epicentro da epidemia situa-se na pequena cidade de Bikoro, a dois dias de viatura da capital Kinshasa, por uma estrada caótica pela qual serão encaminhadas as equipes sanitárias com as vacinas que deverão ser conservadas a temperaturas entre –60º c e 80º graus centígrados.

Concebidas pelos laboratórios farmacêuticos Merck em 2016, a vacina revelara-se eficaz, mas aguarda a autorização para ser comercializada no mercado internacional. Com o nome de código U920, foi testada na Guiné-Conackry em 2015, durante o surto epidémico que causos 11 000 mortos.

Segundo os resultados publicados na revista científica inglesa “The Lancet” em 2017, os resultados alcançados são prometedores, indicando que das 6 000 pessoas vacinadas ( dos quais 270 crianças) nenhuma contraiu a epidemia, mesmo em contacto directo com pacientes infectados.

Uma vacina experimental contra a febre hemorrágica  de Ébola, poderá ser testada durante o mês de Junho, na República Democrática do Congo, onde o vírus reapareceu  nas últimas semanas na região nordeste do país, declarou um alto funcionário da Organização Mundial de Saúde (OMS).

O epicentro da epidemia situa-se na pequena cidade de Bikoro, a dois dias de viatura da capital Kinshasa, por uma estrada caótica pela qual serão encaminhadas as equipes sanitárias com as vacinas que deverão ser conservadas a temperaturas entre –60º c e 80º graus centígrados.

Concebidas pelos laboratórios farmacêuticos Merck em 2016, a vacina revelara-se eficaz, mas aguarda a autorização para ser comercializada no mercado internacional. Com o nome de código U920, foi testada na Guiné-Conackry em 2015, durante o surto epidémico que causos 11 000 mortos.

Segundo os resultados publicados na revista científica inglesa “The Lancet” em 2017, os resultados alcançados são prometedores, indicando que das 6 000 pessoas vacinadas ( dos quais 270 crianças) nenhuma contraiu a epidemia, mesmo em contacto directo com pacientes infectados.

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