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Política

100 dias de governação de Ramaphosa na balança da oposição

| Editoria Política | 28/05/2018

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Na semana em que a nova governação sul-africana completaria 100 dias na presidência, o principal partido da oposição conotou o Presidente Cyril Ramaphosa com algumas suspeitas elevadas, que lhe fizeram perder de forma gradual, a mercê de certeza que lhe foi depositado, no dia 15 de Fevereiro de 2018, no seu discurso de tomada de posse.

O balanço dos 100 dias do novo Presidente Sul-africano, foi apresentado pela oposição em conferência de imprensa o líder da Aliança Democrática, principal partido da oposição, Mmusi Maimane, mencionou o Cyril Ramaphosa como o senhor das “oportunidades perdidas”.

O líder da oposição afirmou no seu discurso que o Presidente da República lidera um “Governo frágil”, resultante de um partido “politicamente dividido” e que vai “perdendo as oportunidades que o contexto internacional lhe oferece”. Acrescenta ainda que Ramaphosa está a perder as lutas em que se empenhou para pelejar o desemprego e os actos de corrupção e favoritismo.

O opositor explica que a maior causa deste balanço negativo, é que o Presidente Cyril Ramaphosa, seleccionou para o seu Governo indivíduos que já se encontram envolvidos com as debilidades existentes no sistema económico e, por isso mesmo, é que estão impossibilitadas de dar resposta positiva à necessidade de combater a corrupção.

Mmusi Maimane crítica também o discurso de tomada de posse, onde Cyril Ramaphosa fez promessas contrárias no mês de Fevereiro na primeira cerimonia presidencial, por ter constituído um Governo com 35 ministros e 37 vice-ministros.

“Cyril Ramaphosa garantiu um Governo pequeno, mas eficaz, mas em vez disso trouxe um Governo grande e que não funciona, uma vez que não existe uma clara separação de competências entre os diversos ministérios”, disse no encontro com jornalistas convocados para fazer o balanço dos primeiros 100 dias de governação de Cyril Ramaphosa.

A oposição faz uma análise crítica pelo facto do Governo de Ramaphosa continuar sem pagar as avultadas dívidas contraídas junto de alguns fornecedores nacionais, o que estará a contribuir para o despedimento de muitos trabalhadores, uma vez que os patrões ficam sem dinheiro para lhes pagar.
segundo o líder da oposição o aumento da criminalidade e o agravamento do comportamento social e moral de alguns ministros, sobretudo os que estão envolvidos em casos de corrupção e de nepotismo, são factores que não ajudam no balanço que se faz aos primeiros 100 dias da presidência de Cyril Ramaphosa.

 

 

 

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