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Angola em risco de perder as suas florestas virgens

| Editoria Ambiente | 23/06/2018

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Angola está em riscos de perder as suas florestas virgens nos próximos vinte anos, caso não se alterem as políticas desflorestação e as políticas de árvores permanecer semelhante ao estado actual, avisa um estudo recente da universidade de Oxford, na Inglaterra.

O planeta está a perder 90 mil quilómetros quadrados por ano, equivalente a uma área do tamanho de Portugal, o que poderá ser uma das piores catástrofes da sua história nos últimos séculos, com alterações climáticas e erosão de solos em condições irreversíveis.

As preocupações centram-se na floresta do Maiombe, alvo de uma desflorestação sem mais valias industriais, onde os troncos são exportados em estado bruto sem qualquer trabalho de serração. Recorde-se que no tempo colonial havia serrações para tábuas e contraplacado, para além de uma indústria de mobiliário que abastecia o mercado interno.

Mas para além do Maiombe, as preocupações focam-se nas florestas da cordilheira da Ambuíla, situada na província do Bengo, na região dos Dembos, Uíge e Kwanza Norte, para além das ricas florestas do Moxico no leste, Quando-Qubango e Cunene, abundantes em madeiras raras.

O ritmo de destruição está a correr de forma exponencial em todo o mundo, e nos últimos 18 anos, o mundo perdeu 10% das suas florestas virgens, profundamente danificadas ou simplesmente transformadas em pastagens para a pecuária (como é o caso da América Latina) ou transformada em palmares (como é o caso da Ásia), ou simplesmente eliminadas para culturas agrícolas de sobrevivência.

Frances Seymour, cientista da World Resources Institute, um dos pesquisadores que desenvolveu este estudo através de fotografias satélite, afirma que se está perante “uma tragédia global”, porque se está a destruir um elemento-chave na estabilidade climática tendo o seu papel único e insubstituível na fixação de carbono e da salvaguarda da biodiversidade,

A continuar neste ritmo as florestas vão desparecer em Angola, Guiné Equatorial, República Centro-Africana, Gabão e Camarões no espaço de poucos anos, a favor das exportações para países asiáticos.

 

 

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