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Política

Merkel e Macron ameaçados pela questão migratória

| Editoria Política | 25/06/2018

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Dezasseis chefes de estado da União Europeia reuniram-se em Bruxelas para encontrar uma “solução europeia” para a questão da imigração, que possa dissipar as tensões no próximo Conselho da Europa no fim do mês de Junho.

O objectivo principal é estancar a vaga de migrantes que cruzam o Mediterrâneo em embarcações rudimentares com o risco da própria vida, e que assolam as costas italianas, pondo à provas as instituições humanitárias e a políticas dos direitos humanos que fazem parte das tradições cristãs europeias.

Macron e Merkel, ameaçados pela extrema-direita, têm um estreito campo de manobra na sua agenda política, para apresentar uma proposta credível aos seus pares em Bruxelas. As forças da oposição alemãs querem a expulsão imediata de todos os estrangeiros em situação de asilo político, sentimento que é acompanhado por boa parte dos partidos europeus.

Por sua vez, não comparência do “grupo de Visograd”, Polónia, Tchéquia, Eslováquia, Hungria, que não querem saber de nenhuma proposta de solução europeia sobre a imigração, auguram consensos difíceis e divisões internas que se vão acentuar a curto prazo.

A questão é simples: como impedir a chegadas de novos migrantes africanos em termos aceitáveis pelos padrões democráticos e culturais da Europa? O presidente do Conselho Europeu Donald Tusk , propõe da criação de plataformas de desembarque regionais, mas não se conhecem os critérios, aonde se situarão (fala-se da Albânia e da Tunísia), e discute-se realmente o seu alcance prático e sua eficácia, para além dos custos de uma tal operação que poderia funcionar como mero paliativo sem resolução do problema.

A União Europeia, tal como a conhecemos, depende da resolução deste problema inadiável. Tal como a legendária Fénix que renasce das cinzas, os mesmos avatares, as mesmas frases atravessam a actualidade.

 

 

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