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Multinacionais apostam na inteligência artificial em África

| Editoria Sociedade | 27/06/2018

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O matemático francês, Cédric Villani, medalha Fields de 2010,deputado francês da Republique en Marche, de Emmanuel Macron, que participou em meados de Junho, no Next Eistein Forum, em Kigali, dedicado à “inteligência artificial”, saudou a decisão da Google de instalar um centro de investigação em Accra, no Ghana, mas avisou numa entrevista ao jornal francês Le Monde, para os perigos de uma “cybercolonização” futura do continente africano.

A Google lançou o concurso de selecção e recrutamento de “machine learnings” africanos, um mercado enorme em pleno crescimento, visando aplicações para a agricultura, saúde e educação, com vista a capturar um mercado promissor, que desperta os investimentos de outras multinacionais concorrentes, IBM, Facebook e Amazon, que começam a acompanhar as “start ups” africanas que começam a agitar o mercado com novas soluções adequadas ao mercado africano.

Cédric Villani chamou atenção que a proposta do pacote “tudo incluído” destinado às pequenas empresas africanas de inteligência artificial, poderia esconder o perigo de apropriação de produtos e talentos, como já aconteceu na India e na China.

A parte mais difícil,será o primeiro passo de estabelecer bases de dados fiáveis, numa economia informal e fragmentária, para depois se estabeleceram os algoritmos adequados ao modelo económico sugerido, para testar as aplicações informáticas e a sua exploração comercial posterior.

Segundo Cédric Villani, assiste-se em África a uma corrida das multinacionais pelo “ecossistema da inteligência artificial”, e África que ultrapassará os dois biliões de habitantes do planeta nos próximos 25 anos, é um nicho de mercado muito valioso.

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