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Trump bate com a porta ao Conselho dos Direitos Humanos

| Editoria Política | 28/06/2018

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Donald Trump reforça a sua política isolacionista e unilateral em relação à comunidade internacional, após ter “rasgado” os acordos de comércio internacional e desencadeado a guerra das tarifas aduaneiras, chegou a vez de bater a porta do Conselho dos Direitos Humanos das Nações Unidas, anunciou a embaixadora americana desta organização Nikki Haley.

Ladeada de Mike Pompeu, secretário de Estado americano, Haley não poupou palavras duras contra esta organização que acusou de “hipócrita” e “egoísta” e permanente “fonte de embaraços” para os Estados Unidos, no mesmo momento em que a política americana é acusada de grosseiras violações sobre as recentes medidas migratórias.

Esta medida não apanha de surpresa a comunidade internacional, pois mais que uma vez os Estados Unidos tinham brandido esta ameaça na ONU, mas foi o fracasso da tentativa de remodelação profunda que visava excluir este órgão a China, Irão, Egipto, RD Congo e Sudão do Sul, sob a acusação de violações de Direitos Humanos (mas esquecendo a Árábia Saudita, Isrrael e Iémen, que levou Nikki Haley, a anunciar esta decisão.

A antiga diplomata americana Suzanne Nossel, veterana das antigas administrações americanas respondeu, que não existiam “organizações perfeitas nas relações multilaterais”, e que CDH, tinha cumprido excelentes de trabalho de inquérito na Birmânia, no Burundi e no Sudão do Sul, atenuando conflitos e injustiças étnicas.

Alguns especialistas onusinos, apontam que a causa mais próxima da demissão americana, tem a ver com as acusações contra a política de Israel , em relação aos palestinianos e territórios ocupados, e que merece todo o apoio dos Estados Unidos.

 

 

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