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Alterações climáticas detonador de novos conflitos

| Editoria Ambiente | 24/07/2018

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As alterações climáticas que atingem e perturbam vastas zonas do planeta são o detonador de novos conflitos e emigrações, advertiu o ex-presidente Barack Obama, durante a sua intervenção recente no Climate Change Leadership, que se desenrolou no Porto em Junho passado sob os auspícios do Porto Protocol, evento centrado nas questões ecológicas do planeta.

A falta de água nas zonas mais áridas da Síria forçou êxodo das populações rurais e contribuiu para a interminável guerra civil; a seca extrema na América Central e a consequente carência de alimentos forçam milhares de migrantes a tentarem entrar nos Estados Unidos; na África subsaariana, as mudanças aceleradas de clima empurram milhões de pessoas para as grandes cidades e para as margens do Mediterrâneo com o fito de chegarem às costas europeias.

Estes factos perturbadores que fazem recear um futuro assustador, levaram a Obama a uma dissertação e uma leitura dos impactos do aquecimento global na geopolítica mundial, e com difícil grelha de soluções políticas quando a actual presidência americana dispensa o multilateralismo, despreza ciência e promove o nacionalismo e o proteccionismo económico.

Se o diagnóstico é pessimista, Obama deixa uma palavra de esperança para África. “Técnicamente, há respostas para aumentar a produtividade da agricultura em 35%”, acrescentando que a grande aposta está na juventude mundial, muito mais consciente dos problemas que envolvem a Humanidade.

Para accionar todas as energias a favor de um combate mais eficaz contra as degradações climáticas, o mundo teria de superar dramas políticos, já presente no Acordo de Paris, que Trump “rasgou”, disse Obama, sublinhando que começa a escassear um “espaço para o compromisso” nas democracias ocidentais.

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