Publicidade

Publicidade

Publicidade

África 21 OnlineÁfrica 21 Online

Registre-se na nossa newsletter e mantenha-se informado.
África 21 no Facebook

África 21 Online

Pesquisa

Siga o portal África 21

Feed RSS Twitter Facebook

Edição Impressa

Edição do Mês

Destaques da edição de Setembro de 2018

ÁFRICA

ÁFRICA DE AMANHÃ - A grande aposta nas tecnologias de informação e comunicação

ANGOLA

Angola aposta em políticas públicas para maior inclusão digital

ANGOLA

Uma sucessão em dois actos

ESTADOS UNIDOS

Resistência na casa Branca contra Trump

ETIÓPIA

Etiópia: Abiy Ahmed, um primeiro-ministro chamado «revolução»

ÁFRICA DO SUL

África do Sul : O começo de uma segunda transição política

ÁFRICA

A revolução dos arquitetos africanos

EGITO

CAIRO, A CIDADE QUE MAIS CRESCE NO MUNDO

Rádio

Publicidade

Política

EX-Primeiro ministro Sharif condenado a prisão

| Editoria Política | 24/07/2018

-A / +A

Imprimir

-A / +A

O ex-primeiro ministro paquistanês Nawaz Sharif foi condenado a uma pena de dez anos de prisão e a uma multa de 10,5 milhões de dólares por corrupção, uma decisão que vai ter implicações no resultado do seu partido, o PML-N (Liga Muçulmana do Paquistão) nas eleições legislativas em fins de Julho.

Sharif, que não esteve no tribunal para ouvir o veredicto, por se encontrar na Inglaterra em tratamento médico, foi acusado no processo sobre a comprar de apartamentos de luxo em Londres. Existam mais dois processos contra Sharif  e sua família, entre os quis a sua filha  Maryan, considerada sua herdeira política também já condenada sete anos de prisão, o que a impede de se candidatar às próximas eleições.

Nawaz Sharif também está impedido exercer cargos públicos, tendo o PML-N passado para a direcção do seu irmão, Shabaz Sharif.

Em Julho de 2017, o Supremo Tribunal Paquistanês pôs fim prematuro ao terceiro mandato de Nawaz Shari como chefe do Governo, após ter si do conhecido que a sua família detinha vários apartamentos luxuosos através de empresas off-shore. A família nega quaisquer irregularidades e vai recorrer da decisão.

Imprimir

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Siga o portal África 21

Feed RSS Twitter Facebook
África 21 Online

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade