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Agricultura: Os desafios do século XXI

| Editoria | 15/08/2018

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Por: Luigi Leone

Desde a sua «invenção» há cerca de 10 000 anos o objetivo da agricultura foi de garantir uma alimentação suficiente, em quantidade e qualidade, á humanidade de forma a permitir a espécie humana de crescer e de se desenvolver. Objetivo plenamente alcançado já que a população mundial se aproxima dos oito mil milhões, mas atualmente um de cada sete habitantes do planeta adormece sem saber se comerá amanha. E a situação pode agravar-se.

 

A AGÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA A ALIMENTAÇÃO E A AGRICULTURA (FAO) alerta: em 2017 o número de pessoas que sofrem de subalimentação cronica aumentou de 38 milhões, depois de ter diminuído de mil para 795 milhões entre 1990 e 2015. Se a inversão de tendência se confirma o objetivo «Fome Zero» incluído no Programa de Desenvolvimento Sustentável (PDS) aprovado em 2015 pelos 193 países membros da ONU para o período 2015-2030 não será cumprido, arrastando os outros 16 indicadores do programa, com especial incidência para a luta contra a pobreza, a melhoria da saúde e da educação e a defesa do ambiente.

Há causas conjunturais aos maus resultados de 2017. Em primeiro lugar, os conflitos armados, internos e internacionais. 489 dos 795 milhões que passaram fome em 2016 eram são vítimas de guerra, com os refugiados e deslocados á cabeça e a sua situação continuou a se deteriorar no ano seguinte, mesmo se as previsões mais catastróficas não se confirmaram no Sudão do Sul, Somália, Nigéria ou no Bangladesh. As catástrofes naturais – secas, inundações, tufões, pragas – deram o seu contributo, com a destruição de colheitas e gado.

Mas os investigadores da FAO detetaram, atras destes «acidentes», sinais de evolução mais lenta, mas inexorável, que requerem intervenções políticas nacionais e globais.

A primeira é a diminuição das terras agrícolas. Depois da corrida as terras virgens (oeste americanos, Sibéria) do seculo XIX e primeira metade do século XX, as superfícies disponíveis para a agricultura e a pecuária encolhem em proporção ao crescimento demográfico: de 0,45 há por habitante em 1960 para 0,25 há em 2015, período durante o qual a população mundial duplicou.

 

(Leia o artigo na integra na edição nº 130 da Revista África 21, mês de Julho)

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