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A fome, arma de destruição de massa

| Editoria Sociedade | 15/08/2018

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Em vista a sede do PAM (Programa Alimentar Mundial) em junho de 2017, o Papa Francisco disse que a fome e a subnutrição no mundo não são «um fenómeno natural devido a condições demográficas ou geográficas, mas o resultado de mecanismos complexos e de decisões tomadas em toda liberdade e com toda consciência»

Foi o brasileiro Josué de Castro, médico, nutricionista e político, que «inventou» a expressão «geopolítica da fome» no seu livro homónimo, publicado em 1951. Presidente da FAO de 1952 a 1956, deixou a organização desiludida com a impotência das Nações Unidas para regular a agricultura e o sector alimentar. Se Josué de Castro quebrou, partindo da sua experiência de médico no nordeste brasileiro, tabus relacionados com a «pesada herança» da era colonial sobre a economia e a agricultura dos países (mal) chamados subdesenvolvidos, as suas diatribes anti-imperialistas parecem desatualizadas perante o triunfo planetário do liberalismo económico consecutivo a queda do Muro de Berlim. Os problemas que denunciou perduram, no entanto no nordeste brasileiro como nas enormes favelas que envolvem as grandes cidades, apesar dos paliativos introduzidos sob os mandatos de Lula da Silva.

É da persistência da violação do direito a uma alimentação saudável que trata o sociólogo helvético Jean Ziegler, relator sobre o direito a alimentação da Comissão da ONU sobre os direitos humanos de 2000 a 2008, no seu livro «Destruição em massa- geopolítica da fome», editado no Brasil em 2013. Com abundantes dados estatísticos, Ziegler esmiúça os mecanismos e modo de funcionamento do que chama de indústria da fome», do agro-business aos fundos especulativos, e do açambarcamento das terras ás «revoluções verdes» e os seus impactes sociais e ambientais.

 

(Leia o artigo na integra na edição nº 130 da Revista África 21, mês de Julho)

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