Publicidade

Publicidade

Publicidade

África 21 OnlineÁfrica 21 Online

Registre-se na nossa newsletter e mantenha-se informado.
África 21 no Facebook

África 21 Online

Pesquisa

Siga o portal África 21

Feed RSS Twitter Facebook

Edição Impressa

Edição do Mês

Destaques da edição de Novembro de 2018

ESTADOS UNIDOS

ESTADOS UNIDOS DEMOCRATAS RECUPERAM CÂMARA DOS REPRESENTANTES

COMORES

FRACASSO DA REBELIÃO NA ILHA DE ANJOUAN

CONGO RD

DESTAQUE RD CONGO

AFEGANISTÃO

O DILEMA AMERICANO DA RETIRADA SEM GLÓRIA

NOVA CALEDÓNIA

A colonização em questão na Nova Caledónia

ANGOLA

PANORAMA DOS RECURSOS HUMANOS EM ANGOLA

ANGOLA

EM NOME DO CANUDO, A FABRICA DOS DIPLOMAS

ARGENTINA

Será justiça o que fazem com Kirchner?

Rádio

Publicidade

Sociedade

A fome, arma de destruição de massa

| Editoria Sociedade | 15/08/2018

-A / +A

Imprimir

-A / +A

Em vista a sede do PAM (Programa Alimentar Mundial) em junho de 2017, o Papa Francisco disse que a fome e a subnutrição no mundo não são «um fenómeno natural devido a condições demográficas ou geográficas, mas o resultado de mecanismos complexos e de decisões tomadas em toda liberdade e com toda consciência»

Foi o brasileiro Josué de Castro, médico, nutricionista e político, que «inventou» a expressão «geopolítica da fome» no seu livro homónimo, publicado em 1951. Presidente da FAO de 1952 a 1956, deixou a organização desiludida com a impotência das Nações Unidas para regular a agricultura e o sector alimentar. Se Josué de Castro quebrou, partindo da sua experiência de médico no nordeste brasileiro, tabus relacionados com a «pesada herança» da era colonial sobre a economia e a agricultura dos países (mal) chamados subdesenvolvidos, as suas diatribes anti-imperialistas parecem desatualizadas perante o triunfo planetário do liberalismo económico consecutivo a queda do Muro de Berlim. Os problemas que denunciou perduram, no entanto no nordeste brasileiro como nas enormes favelas que envolvem as grandes cidades, apesar dos paliativos introduzidos sob os mandatos de Lula da Silva.

É da persistência da violação do direito a uma alimentação saudável que trata o sociólogo helvético Jean Ziegler, relator sobre o direito a alimentação da Comissão da ONU sobre os direitos humanos de 2000 a 2008, no seu livro «Destruição em massa- geopolítica da fome», editado no Brasil em 2013. Com abundantes dados estatísticos, Ziegler esmiúça os mecanismos e modo de funcionamento do que chama de indústria da fome», do agro-business aos fundos especulativos, e do açambarcamento das terras ás «revoluções verdes» e os seus impactes sociais e ambientais.

 

(Leia o artigo na integra na edição nº 130 da Revista África 21, mês de Julho)

Imprimir

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Siga o portal África 21

Feed RSS Twitter Facebook
África 21 Online

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade