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Luanda, a qualidade de vida que se espera

| Editoria Sociedade | 10/09/2018

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Por J. A. Rangel

Falar sobre urbanismo em Luanda é desfiar o enorme rosário de males urbanísticos. O futuro está cheio de desafios para os problemas de uma cidade que não pára de crescer desordenadamente. É preciso pensar, preparar respostas. Recomenda-se “operações extremamente traumáticas”.

Trazer qualidade de vida para os oito milhões de luandenses é o maior desafio do momento. Para grandes males, grandes remédios; e o remédio chama-se “demolição”. “Tem de haver demolições, infelizmente”, sentencia o engenheiro Manuel Resende de Oliveira, numa entrevista ao Jornal de Angola. Antigo ministro do Urbanismo, Obras Públicas e Construção na I República, Resende de Oliveira não tem dúvida sobre a questão: “Há construções nos bairros periféricos onde as populações utilizaram terrenos que estavam aparentemente disponíveis. Mas são linhas de água que têm de ser respeitadas, porque, tapando-as com construções, estamos a criar problemas e não a resolver problemas de ninguém.”

As construções nas periferias da cidade, apelidadas de “anárquicas” pela administração pública, terão de ser demolidas. É na periferia que todos os desmandos públicos vão parar. Edifícios de betão armado de quatro a cinco andares em cima de uma linha de água não faz sentido. “Tem de ir abaixo”. É preciso respeitar a natureza, as linhas de água estavam lá porque “eram necessárias para o escoamento das águas pluviais”. Agora, quando chove, todos sabem como ficam os bairros Cazenga, Sambizanga, Rangel, Viana e outros.

Demolir as construções indevidas e ordenar o território luandense é o lema. E o que fazer com os luandenses apanhados pelo camartelo? Devem ser convidados a ir habitar outros locais, no litoral ou no interior, onde podessem desfrutar de melhores condições e qualidade de vida. Mas ele avisa: não deve ser uma saída compulsiva, mas voluntária e atractiva: com empregos, equipamentos sociais e desportivos, creches, escolas, universidades, zonas de lazer, empregos – tudo. “É possível viver melhor noutros locais que não Luanda. Digo mesmo que hoje Luanda é o pior sítio para viver em Angola”, garante Resende de Oliveira.

(Leia o artigo na integra na edição nº 131 da Revista África 21, mês de Agosto)

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