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Activos da banca em Angola crescem 3%

| Editoria Economia | 14/09/2018

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O valor dos activos das instituições financeiras incluídas na 13ª edição do Banca em Análise da Deloitte, apresentada no dia 13 de Setembro, subiu para 10.129.800 milhões de Kwanzas em 2017, o que correspondeu a um crescimento de 3% face a 2016. De acordo com o estudo, o total do resultado líquido do sector bancário nacional registou, em 2017, um decréscimo de 6% em relação ao ano anterior, passando para os 158.910 milhões de AKZ.

Na posição relativa entre os cinco maiores bancos a operar em Angola, o BPC continuou a liderar, com um activo total de 1.855.500 milhões de AKZ, seguido pelo BFA, BAI, ATL e BIC. Os cinco maiores bancos representaram cerca de 67% do total do activo do sector bancário e o seu activo registou um aumento de cerca de 4% face ao ano anterior.

Segundo o estudo, em 2017 o peso dos depósitos em moeda nacional manteve a sua tendência de crescimento em detrimento da moeda estrangeira, passando a representar 69% dos depósitos totais. O valor total dos depósitos de clientes no sector bancário foi de 7.013 mil milhões de AKZ nesse mesmo ano, o que representa uma redução de 0,2% face a 2016.

O total de crédito líquido a clientes registou uma diminuição em relação ao ano anterior. Considerando os bancos analisados, o total de crédito líquido ascendeu a 3.136.303 milhões de AKZ, o que corresponde a uma redução de 3% face ao ano de 2016, com o BPC, o ATL, o BAI, o BIC e o BFA a liderarem na concessão de crédito. No que se refere ao rácio de crédito vencido, e de acordo com as demonstrações financeiras em análise, registou-se um aumento significativo para os 40,2%, em 2017, sendo que em 2016 foi de cerca de 13%.

O presente estudo inclui a informação financeira em base individual dos bancos a operar em Angola durante o ano de 2017, com a excepção do Banco Angolano de Negócios e Comércio, S.A. que para além da indisponibilidade das respectivas demonstrações financeiras, foi intervencionado pelo BNA, em Junho de 2018 e encontra-se em processo de restauro, de modo a repor a sua sustentabilidade financeira e operacional. Contudo, foi considerado o contributo do BANC na apresentação da informação consolidada do sector, mediante a informação agregada do sector bancário disponibilizada pelo BNA.

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