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Etiópia: Abiy Ahmed, um primeiro-ministro chamado «revolução»

| Editoria Política | 02/10/2018

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Por Luigi Leoni

ABIY AHMED, COLOCADO EM abril, aos 42 anos, á cabeça do governo etíope, apos a demissão do seu antecessor Hailemariam Delassegn, Abiy Ahmed surpreende pela rapidez e a profundidade das reformas empreendidas no seu próprio país e da geoestratégia do Corno de África.

Potencia regional, com mais de 107 milhões de habitantes, a Etiópia é raramente sob os holofotes da imprensa internacional que se habituou a considerar o pais anfitrião da sede da União Africana como um modelo de estabilidade politica desde o derrube do regime comunista de Mengistu Haile Mariam e de sucesso económico, com um crescimento anual de mais de 8 % do PIB há mais de uma década. No poder desde 1991, a Frente Democrática Revolucionaria do Povo Etíope (FDRPE) conservou o controlo político apos a morte do seu líder carismático Meles Zenawi (em 2012) apesar da hegemonia da elite tigreana (etnia que pesa apenas 6% da população) sobre um país que é um mosaico étnico e religioso. Mas desde as eleições de 2015 – em que o FDRPE e os seus aliados conquistaram 546 dos 547 lugares no parlamento de Addis Abeba (que elege o Presidente e o Primeiro Ministro) uma violenta crise etno-política abalou o país, obrigando o FDRPE a renunciar a mano de ferro que foi a sua marca de fabrico nas relações com a (s) oposição (ões). A rebelião, iniciada pelos Oromo (a maior etnia do país, parcialmente islamizada, segundada pelos Amharas (cristãos coptas) deu lugar a manifestações violentamente reprimidas em 2015-2016, com cerca de um milhar de mortos e milhares de presos, mas estilhaçou a estrutura federal da FDRPE, que empurrou Delassegn para a demissão ao mesmo tempo que decretava o estado de emergência.

 

A nomeação de Abiy Ahmed foi vista como o prenúncio de uma «mudança na continuidade». Ligado a FDRPE desde a adolescência, este ex-militar com 20 anos de carreira e patente de tenente-coronel, ex-responsável dos serviços de segurança e especialista em cibersegurança, o novo primeiro-ministro tinha tudo para tranquilizar os detentores do poder, político e económico, e os seus parceiros estrangeiros.

(Leia o artigo na integra na edição nº 132 da Revista África 21, mês de Setembro)

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