Publicidade

Publicidade

Publicidade

África 21 OnlineÁfrica 21 Online

Registre-se na nossa newsletter e mantenha-se informado.
África 21 no Facebook

África 21 Online

Pesquisa

Siga o portal África 21

Feed RSS Twitter Facebook

Edição Impressa

Edição do Mês

Destaques da edição de Fevereiro de 2019

ÁFRICA

ELEIÇÕES E DEMOCRACIA EM ÁFRICA A CONTROVÉRSIA SOBRE UM MODELO QUE SE IMPÕE

ÁFRICA

Calendário das Eleições em África 2019

ÁFRICA

O REFINAMENTO DOS REGIMES AUTORITÁRIOS NÃO É SÓ COISA DE AFRICANOS

CONGO RD

AS ELEIÇÕES NA RD CONGO AS PRECIOSAS LIÇÕES QUE A RD CONGO APRENDEU COM A CÔTE D’IVOIRE

ÁFRICA

A África é segunda no ranking mundial da desflorestação

EGITO

África quer tornar comércio intra-africano uma marca

ÁFRICA

«Guerra contra o terrorismo islâmico em Africa»: Anatomia de um fracasso

MUNDO

BALANÇO 2018 PERSPECTIVAS 2019 PASSAGEM DO ANO ENTRE DEGRADAÇÃO ECOLÓGICA, MIGRAÇÕES E SUBIDA DA DIREITA AUTORITÁRIA

Rádio

Publicidade

Política

Homem preso por racismo contra presidente sul-africano

| Editoria Política | 02/10/2018

-A / +A

Imprimir

-A / +A

Kessie Nair, de nacionalidade indiana, foi preso após ter feito um comentário racista no Youtube contra o presidente sul-africano Cyril Ramaphosa.

Pesam contra Kessie Nair os crimes de ” incitamento à violência, injúria à dignidade pessoal das pessoas humanas”. A família de Nair, alega que ele sofre de perturbação mental e que necessita com urgência de cuidados médicos.

No vídeo que se tornou viral nas redes sociais, Kessie Nair chama o presidente Ramaphosa de “kaffir” um expressão com conotação racial, de origem inglesa, usada durante o apartheid na África do Sul. Segundo Nair, o presidente sul-africano deveria ser acusado por “defraudar a nação”, por “oprimir os sul-africanos” e por crimes de “alta traição”. 

Kessie Nair vai mais longe, culpando  o Presidente da República de ser o único responsável pelo “alto índice de criminalidade” que afecta o país e por “liderar uma democracia que se especializou em promover a pobreza e impedir as pessoas de terem acesso ao tratamento médico”.
Casos de racismo têm preocupado o Governo sul-africano
e para combatê-lo, as autoridades governamentais prometem ter “mão dura” contra todos que pretenderem “dividir os sul-africanos”.                             

 De recordar que África do Sul tem um historial trágico de racismo e xenofobia, sendo os mais memoráveis o apartheid de 1948 e recentemente ataques xenófobos em 2008.

Imprimir

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Siga o portal África 21

Feed RSS Twitter Facebook
África 21 Online

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade