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Especial Brasil Eleições

Especial Brasil: Um candidato de extrema-direita pode vencer as eleições presidenciais

| Editoria Especial Brasil Eleições | 03/10/2018

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Por Celso Marcondes

A cinco dias do primeiro turno das eleições, o Brasil vive uma situação de enorme tensão pois cresceram as possibilidades de um candidato com nítidas tendências fascistas passar em primeiro lugar para o segundo turno. Jair Bolsonaro, capitão reformado do Exército, está na frente em todas as pesquisas de opinião desde dia 12 de setembro quando o Judiciário impediu a candidatura do ex-presidente Lula. Ele tem como vice-presidente o general da reserva Hamilton Mourão.

Durante a campanha eles preconizam a volta de um regime militar, similar ao que dominou o país de 1964 a 1985. Pretendem formar um ministério com ampla presença de militares e defenderam abertamente o uso da tortura nos presídios durante os anos da ditadura. Atemorizados pela onda de violência urbana que atingiu o país em meio à uma aguda crise econômica, cerca de 30% dos brasileiros têm apoiado uma solução de força nas pesquisas. Seu principal opositor é o professor Fernando Haddad, do Partido dos Trabalhadores. Ele está em segundo lugar com cerca de 20% das intenções de voto. Haddad sustenta um programa de esquerda, com a defesa incondicional da democracia e dos programas sociais de combate à fome e à pobreza que notabilizaram Lula (2003-2011).

Os últimos dias de campanha no Brasil costumam ser eletrizantes, com muitas mobilizações nas ruas, jogadas eleitorais e denúncias diárias que produzem reviravoltas nos resultados. A possibilidade de vitória do candidato muito comparado a Donald Trump tem apavorado aos brasileiros acostumados com a vigência das liberdades democráticas. Também assusta aos governantes dos países com os quais o Brasil sempre manteve relações amistosas, sobretudo na África e na América Latina.

África 21 online vai acompanhar diariamente essa semana de campanha no Brasil, com Celso Marcondes que é conselheiro do Instituto Brasil-África e do Instituto Lula, do qual foi diretor e coordenador para a África de 2011 a 2016.

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