Publicidade

Publicidade

Publicidade

África 21 OnlineÁfrica 21 Online

Registre-se na nossa newsletter e mantenha-se informado.
África 21 no Facebook

África 21 Online

Pesquisa

Siga o portal África 21

Feed RSS Twitter Facebook

Edição Impressa

Edição do Mês

Destaques da edição de Abril de 2019

ANGOLA

A MOCHILA PESADA DA DÍVIDA PÚBLICA NO FUTURO DE ANGOLA

ARGÉLIA

Argelia: A revolução, passo a passo

MOÇAMBIQUE

Ciclone Idai devasta centro de Moçambique

ÁFRICA DO SUL

A Nação Arco-Íris está doente!

SUDÃO

ASCENSÃO E QUEDA DO DITADOR OMAR AL-BECHIR

ANGOLA

Os paradoxos da dívida e o papel da China

ÁFRICA

A soberania monetária e o CFA

MUNDO

Cuidado com os abutres !

Rádio

Publicidade

Sociedade

Angola: Fome no município do Tômbwa provoca desistência escolar

| Editoria Sociedade | 03/10/2018

-A / +A

Imprimir

-A / +A

A fome provocada pela seca na comuna do Lona, município do Tômbwa, tem levado à desistência de dezenas de crianças, do sistema de ensino, no presente ano lectivo, informou o soba grande da região, Tjikenga Hepute.

Em declarações ao Jornal de Angola, o soba afirmou que, há vários meses a merenda escolar deixou de ser dada às crianças. “A fome fez diminuir o número de crianças na escola, porque a merenda escolar deixou de existir”, desabafou, solicitando às autoridades competentes o restauro do apoio anteriormente prestado.

Segundo o soba, as crianças preferem cuidar do gado em detrimento da escola, “Não são os pais ou encarregados de educação que obrigam as crianças a primarem pela pastorícia em detrimento da escola. Elas acompanham os pais ao pasto, para fugir da fome, porque a merenda deixou ser dada”, disse.

Entretanto, o director da única escola do ensino primário e primeiro ciclo de Buco-Zau, Tomas Cassinda, confirma a desistência de muitos alunos sobretudo crianças com idade compreendida entre os 9 e os 13 anos.

“As crianças deste escalão etário são as que mais desistem, porque quando chega a altura em que o capim começa a escassear, elas afastam-se da sede da comuna, onde se encontra a escola, para levar o gado às margens dos rios que distam mais de trinta  quilómetros” referiu Tomas Cassinda.

O responsável da instituição deu a conhecer que no presente ano lectivo foram matriculados, inicialmente, 149 crianças, tendo apenas 80 terminado o primeiro trimestre, face a desistência de 69 educandos.

Imprimir

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Siga o portal África 21

Feed RSS Twitter Facebook
África 21 Online

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade