Publicidade

Publicidade

Publicidade

África 21 OnlineÁfrica 21 Online

Registre-se na nossa newsletter e mantenha-se informado.
África 21 no Facebook

África 21 Online

Pesquisa

Siga o portal África 21

Feed RSS Twitter Facebook

Edição Impressa

Edição do Mês

Destaques da edição de Novembro de 2018

ESTADOS UNIDOS

ESTADOS UNIDOS DEMOCRATAS RECUPERAM CÂMARA DOS REPRESENTANTES

COMORES

FRACASSO DA REBELIÃO NA ILHA DE ANJOUAN

CONGO RD

DESTAQUE RD CONGO

AFEGANISTÃO

O DILEMA AMERICANO DA RETIRADA SEM GLÓRIA

NOVA CALEDÓNIA

A colonização em questão na Nova Caledónia

ANGOLA

PANORAMA DOS RECURSOS HUMANOS EM ANGOLA

ANGOLA

EM NOME DO CANUDO, A FABRICA DOS DIPLOMAS

ARGENTINA

Será justiça o que fazem com Kirchner?

Rádio

Publicidade

Sociedade

Angola: Fome no município do Tômbwa provoca desistência escolar

| Editoria Sociedade | 03/10/2018

-A / +A

Imprimir

-A / +A

A fome provocada pela seca na comuna do Lona, município do Tômbwa, tem levado à desistência de dezenas de crianças, do sistema de ensino, no presente ano lectivo, informou o soba grande da região, Tjikenga Hepute.

Em declarações ao Jornal de Angola, o soba afirmou que, há vários meses a merenda escolar deixou de ser dada às crianças. “A fome fez diminuir o número de crianças na escola, porque a merenda escolar deixou de existir”, desabafou, solicitando às autoridades competentes o restauro do apoio anteriormente prestado.

Segundo o soba, as crianças preferem cuidar do gado em detrimento da escola, “Não são os pais ou encarregados de educação que obrigam as crianças a primarem pela pastorícia em detrimento da escola. Elas acompanham os pais ao pasto, para fugir da fome, porque a merenda deixou ser dada”, disse.

Entretanto, o director da única escola do ensino primário e primeiro ciclo de Buco-Zau, Tomas Cassinda, confirma a desistência de muitos alunos sobretudo crianças com idade compreendida entre os 9 e os 13 anos.

“As crianças deste escalão etário são as que mais desistem, porque quando chega a altura em que o capim começa a escassear, elas afastam-se da sede da comuna, onde se encontra a escola, para levar o gado às margens dos rios que distam mais de trinta  quilómetros” referiu Tomas Cassinda.

O responsável da instituição deu a conhecer que no presente ano lectivo foram matriculados, inicialmente, 149 crianças, tendo apenas 80 terminado o primeiro trimestre, face a desistência de 69 educandos.

Imprimir

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Siga o portal África 21

Feed RSS Twitter Facebook
África 21 Online

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade