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Especial Brasil: Candidato de Lula da Silva luta para garantir vaga no segundo turno

| Editoria Especial Brasil Eleições | 04/10/2018

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                                                                                                                                                                                Por Celso Marcondes

 Fernando Haddad, ex-ministro da Educação de Lula da Silva em seus dois governos, é quem hoje reúne mais possibilidades de ser o representante dos democratas neste primeiro turno das eleições de 7 de outubro.

Em segundo lugar em todas as pesquisas eleitorais, Haddad está atrás do capitão reformado do Exército, Jair Bolsonaro, candidato da extrema-direita. Entretanto, aparece bem à frente de todos os outros onze postulantes à presidência. Os brasileiros definirão neste domingo quais os dois nomes irão para o segundo e decisivo turno no dia 28.

Não vingaram até aqui nenhuma das articulações e esforços para o fortalecimento de um dos candidatos de direita ou de “centro”, uma “terceira via” que se opusesse ao mesmo tempo a Haddad, do Partido dos Trabalhadores, de esquerda, e a Bolsonaro, um militar com claras características fascistas.

Fracassaram os dois candidatos do atual presidente Michel Temer, que chegou ao poder em 2016 graças a um golpe parlamentar que destituiu a presidenta Dilma Rousseff, eleita em 2014. Geraldo Alckmin e Henrique Meirelles, representantes dos partidos tradicionais de direita, PSDB e MDB, têm apresentado índices inexpressivos nas pesquisas. Eles perderam muitos eleitores para a extrema-direita em função da profunda crise econômica que atinge o país, a onda de violência urbana e as seguidas denúncias de corrupção que atingiram seus partidos e o PT.

Após as últimas pesquisas eleitorais divulgadas nos dias 1 e 2 de outubro, a expectativa é que ainda mais eleitores dos candidatos de centro e de direita migrem para Jair Bolsonaro.

Haddad agora luta com dificuldades para garantir sua vaga. Defensor do legado do ex-presidente Lula da Silva, ele enfrenta o bombardeio dos demais candidatos que não querem a volta do PT ao poder.

Nesta quinta-feira, 4, acontecerá o último e decisivo debate entre os candidatos, na TV Globo, a emissora de maior audiência no país. Também foi intensificada a campanha nas ruas. No último final de semana, milhares de brasileiros participaram de manifestações contra e a favor do candidato de extrema-direita.

Esses e outros fatos novos que ainda podem surgir vão influenciar milhões de eleitores que se declaram indecisos até aqui e podem trazer mudanças importantes nos resultados.

São dias de enorme expectativa no Brasil, jamais vistos nas eleições anteriores desde o processo de redemocratização iniciado na década de 1980.

 África 21 online vai acompanhar diariamente essa semana de campanha no Brasil, com Celso Marcondes é conselheiro do Instituto Brasil-África e do Instituto Lula, do qual foi diretor e coordenador para a África de 2011 a 2016.

 

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