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Governo moçambicano expulsou 164 professores em um ano

| Editoria Sociedade | 23/10/2018

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O Ministério de Educação e Desenvolvimento Humano de Moçambique expulsou do aparelho do Estado, nos últimos 12 meses, 164 professores, por prática de várias irregularidades que atentam contra a imagem do sector e comprometem o desenvolvimento do país.

A revelação é da ministra de Educação e Desenvolvimento Humano, Conceita Sortane, que aponta a corrupção, assédio sexual, falsificação de certificados de habilitações literárias e desvio de fundos como as principais causas que ditaram o afastamento de docentes.

A ministra deu a conhecer estas noticias recentemente, em Chimoio, durante o balanço da visita que efectuou a província de Manica, tendo na ocasião lançado um apelo aos profissionais do sector para pautar por um comportamento responsável no exercício das suas funções e a evitar  actos que afectem negativamente do professor em particular e do  sector em geral.

"Nosso governo é por uma educação que promove a transmissão de valores em que o saber ser, estar, fazer e, também, saber viver juntos constituem principais pilares para formação do homem. Aliás, é necessário apostar em tudo isso porque é lá onde adquirimos conhecimento. O professor deve promover estes valores todos e distanciar-se de actos que atentam contra a imagem do sector e comprometem sobremaneira o desenvolvimento de uma nação", disse a ministra.

Acrescentou que "está é a via ideal para construção de uma nação próspera e por um desenvolvimento sustentável para todos moçambicanos. Por isso, o professore deve ser o espelho da sociedade, não promotor do mal. Nós como governo continuaremos atentos para identificar esses profissionais que apresentam condutas duvidosas e poderão ser penalizados".

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