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Aumentam crimes de natureza económica em Angola

| Editoria Economia | 24/10/2018

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O director – geral do Serviço de Investigação Criminal (SIC), Eugénio Pedro Alexandre, revelou esta terça-feira, 23 de outubro, que os crimes de natureza económica têm aumentado em Angola, entre eles o branqueamento de capitais, contrabando, fuga ao fisco, peculato, fraude financeira, burla por defraudação, especulação e venda e garimpo de diamantes.

As declarações do comissário-chefe avançadas pelo “Jornal de Angola” foram feitas em Luanda, à margem da primeira conferência internacional sobre fraudes e delitos económicos em Angola, que decorre no Centro de Convenções de Talatona.

Eugénio Alexandre informou ainda que o SIC está a investigar diariamente diversos processos relacionados com crimes de peculato e branqueamento de capitais, que envolvem gestores públicos, tendo acrescentado que os processos que envolvem ministros e ex-ministros, as averiguações não estão a ser realizadas pela instituição que dirige e sim pela Procuradoria Geral da República.

De acordo com o director-geral do SIC, muitos indícios de crimes económicos têm sido investigados diariamente e os respectivos processos são encaminhados ao Ministério Público, alguns dos quais já julgados pelos diversos tribunais espalhados pelo país.

O comissário-chefe informou ainda que nos casos em que há toda a necessidade de se localizar um indivíduo, para que possa prestar declarações sobre um determinado crime e que este se encontre no exterior do país, a instituição e a Polícia Nacional activam a colaboração que existe com a Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol) e com a Sarpcco, para facilitarem as autoridades angolanas na localização do visado.

Eugénio Alexandre declarou que todos os cidadãos que eventualmente escapam das autoridades angolanas e refugiam-se no exterior, a sua localização será mais fácil, pela boa cooperação existente. “As pessoas pensam que estão escondidas, mas temos formas de localizar, ainda que seja nosso dever respeitar a legislação internacional, em termos de detenção e repatriamento”, disse.

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