Publicidade

Publicidade

Publicidade

África 21 OnlineÁfrica 21 Online

Registre-se na nossa newsletter e mantenha-se informado.
África 21 no Facebook

África 21 Online

Pesquisa

Siga o portal África 21

Feed RSS Twitter Facebook

Edição Impressa

Edição do Mês

Destaques da edição de Outubro de 2018

CONGO RD

DESTAQUE RD CONGO

AFEGANISTÃO

O DILEMA AMERICANO DA RETIRADA SEM GLÓRIA

NOVA CALEDÓNIA

A colonização em questão na Nova Caledónia

ANGOLA

PANORAMA DOS RECURSOS HUMANOS EM ANGOLA

ANGOLA

EM NOME DO CANUDO, A FABRICA DOS DIPLOMAS

ARGENTINA

Será justiça o que fazem com Kirchner?

ÁFRICA

RELGIÕES E SEITAS EM ÁFRICA, O NOVO ÓPIO DO POVO?

ÁFRICA

Condições do FMI na África atual

Rádio

Publicidade

Entrevistas

Entrevista Celso Marcondes - “O Brasil deve retomar sua política externa de integração”

| Editoria Entrevistas | 25/10/2018

-A / +A

Imprimir

-A / +A

Por João Belisário

 Tendo como pano de fundo as eleições no Brasil marcadas por um confronto entre esquerda e direita, África 21 entrevistou o diretor e coordenador do Instituto Lula para África, Celso Marcondes, que nos fala da relação que o Instituto tem com os países africanos, sobretudo os de língua portuguesa. “As relações do Brasil com a África foi tamanha que o número de embaixadas brasileiras no continente saltou de 18 para 38, enquanto que as embaixadas de países africanos no Brasil foi de 17, em 2002 para 34, em 2013”, lembra com sentida nostalgia o nosso entrevistado

 Você percorreu grande número dos países africanos na qualidade de diretor e coordenador do Instituto Lula para África. O que ficou desse trabalho entre o Brasil e África?

Ficaram boas realizações, centenas de contatos, muitos amigos, gratas memórias e a expectativa de retomar esse trabalho em pouco tempo, quando Fernando Haddad for eleito presidente do Brasil e reatar com os irmãos africanos todo o projeto que Lula colocou em prática por oito anos no continente. As parcerias, as trocas de experiências, os programas sociais de combate à fome e à miséria. O atual presidente Michel Temer não manifestou qualquer interesse pelo continente africano, enquanto o adversário de Haddad nas eleições, o ex-capitão do Exército, Jair Bolsonaro, já manifestou por várias vezes seu desprezo pelo povo negro que construiu o Brasil e sua desconsideração pelos países em desenvolvimento.

 Poderia lembrar as actividades mais marcantes do Instituto na sua relação com África?

 Recorro ao “Relatório de Atividades do Instituto”, criado em 2011, com o foco “atuar para melhorar as relações do Brasil com a África, continente que recebeu atenção especial nos governos Lula (2003 -2010)”. O projeto “Iniciativa África” atua junto a acadêmicos, embaixadores, autoridades, lideranças de movimentos sociais, produtores culturais, empresários, estudantes, dirigentes de organismos multilaterais. Seu eixo central de atuação é o compartilhamento da experiência brasileira no combate à miséria, que resultou, em 2013, na assinatura de uma parceria formal e estratégica com a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), a União Africana e o Nova Parceria para o Desenvolvimento da África (NEPAD) para erradicar a fome do continente africano. Organizamos ou participamos de 75 seminários, fóruns nacionais e internacionais. A equipe da “Iniciativa África” viajou 22 vezes para 14 países do continente africano – Etiópia, Malauí, Moçambique, Angola, África do Sul, Gana, Guiné, Guiné Equatorial, Marrocos, Benin, Nigéria, Senegal, Costa do Marfim e Cabo Verde”(...): “acompanhamos diversas missões técnicas de delegações de governos africanos que vieram ao Brasil para conhecer programas brasileiros de proteção social”.

 E a sua digressão aos países africanos de língua portuguesa, quais foram os momentos mais emocionantes e marcantes?

Foram inúmeros. Nas viagens para Moçambique, Angola, Cabo Verde, nos encontramos com presidentes e ex-presidentes, movimentos sindicais, participamos de debates e seminários sobre os programas sociais brasileiros, como o Bolsa Família, sobre o qual realizamos um seminário extraordinário em Luanda, com mais de mil pessoas presentes. No Brasil, recebemos autoridades e embaixadores de todos os países da CPLP, com os quais tivemos relações muito fraternas.

(Leia o artigo na integra na edição nº 133 da Revista África 21, mês de Outubro)

Imprimir

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Siga o portal África 21

Feed RSS Twitter Facebook
África 21 Online

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade