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Condições do FMI na África atual

| Editoria Economia | 25/10/2018

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Jonuel Gonçalves

Nos últimos anos têm-se assistido a um regresso do FMI a África, em particular à subsaariana, com orientação diferente da adotada nas décadas de 80 e 90 do século passado, quando esta entidade de Bretton Woods agravou as crises africanas. Desde o período de direção do Fundo por Dominque Strauss-Khan e, agora a sua sucessora, Christine Lagarde, o FMI revela-se menos dogmático, mais consciente das prioridades e dos métodos para a saída da crise ou estimulo à aceleração dos processos de crescimento.

Nestes aspetos dois fatores contribuem. O primeiro é a grande pressão social em diversos países africanos contra a corrupção baseada em centros de decisão política. O segundo decorre da entrada da China no mercado de crédito com condições atrativas no curto prazo. O primeiro elemento favorece a mobilização da poupança e faz avançar para a indispensável ética do desenvolvimento, sem a qual nenhuma economia funciona em benéfico da sociedade. Não que ambos os efeitos estejam consolidados, nem sequer iniciados com segurança, mas há indícios de vontade em vários países.

O segundo elemento é útil, mas não pode constituir canal único. Um dos grandes males de África tem sido a tendência para o único - partido, produto – ou para a dependência. Mesmo com juros baixos é possível atingir níveis altos de endividamento, enquanto a garantia com matérias-primas ou concessões em infraestruturas priva o beneficiário do crédito de recursos decisivos para determinar ritmos e eixos de desenvolvimento.

 A fim de evitar tal situação, o governo da Serra Leoa anulou recentemente um contrato de construção de um grande  aeroporto financiado e executado por empresas chinesas, talvez para evitar casos como o do asiático Sri Lanka, onde a gestão dum porto foi concedida em virtude da impossibilidade do pagamento de empréstimos.

 

(Leia o artigo na integra na edição nº 133 da Revista África 21, mês de Outubro)

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