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Será justiça o que fazem com Kirchner?

| Editoria Política | 25/10/2018

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Por Manrique S. Gaudin

A austera perseguição judicial dos oponentes conduziu a que na Argentina toda a análise da realidade deva incluir o conceito de "judicialização da política". Actualmente, a ex-presidente Cristina Fernández de Kirchner e aqueles que foram seus ministros “vivem” nos tribunais, onde são investigados por crimes que, em geral, nunca cometeram.

Amada, quase idolatrada, por grande parte dos argentinos e fanaticamente odiada por outros tantos, a ex-presidente Cristina Kirchner (2007-2015) está encurralada entre os meios de comunicação e um grupo de juízes e promotores. Para os primeiros, persegue-a uma “corja de corruptos ao serviço da direita e do governo”. Para os segundos, nada de corja, trata-se dos “éticos portadores da bandeira da República”. A escassos meses da abertura da campanha às presidenciais de Outubro de 2019, CFK - em quem seus seguidores vêem o único político capaz de enfrentar a tentativa de reeleição do Presidente Mauricio Macri – ocupa um lugar no Senado, mas vive a incerteza de não saber se até então estará sob a luz do sol, para disputar democraticamente o governo ou na escuridão de uma cela de prisão.

Desde meados do seu segundo mandato, CFK é alvo de uma campanha de difamação que tinha e tem como estrategistas e executores os grandes holdings jornalísticos, que viam os seus privilégios afetados por uma “Lei de Mídia” que visava romper com os monopólios de notícias. Foram mais de seis anos em que, como não se vislumbra na história, não se passou um dia sem que se revelasse, com toda a espetacularidade, “um novo caso de corrupção K” (assim se apelida depreciativamente a família Kirchner e os seus seguidores).

CFK está processada e com um pedido de desaforamento em seis causas que a envolvem, juntamente com os seus dois filhos e outras 23 pessoas, em crimes de corrupção, branqueamento de capitais e até mesmo traição à pátria e encobrimento da morte de um procurador da justiça (tudo leva a crer que o promotor Alberto Nisman se suicidou, mas a generalidade da imprensa instalou a ideia de que ele foi a vítima de um complô maquinado pela ex-presidente). Há também uma ordem de prisão, mas só pode ser cumprida se o Senado a privar do seu foro privilegiado.

Até agora, os juízes não conseguiram provar nenhum desses crimes que são atribuídos à ex-presidente. Claudio Bonadio, o perseguidor mais tenaz de CFK, justifica o seu proceder na “convicção íntima”, uma figura inexistente no código penal argentino. Bonadio conduz cinco dessas seis causas, que juntos somam mais de 14 mil páginas.

(Leia o artigo na integra na edição nº 133 da Revista África 21, mês de Outubro)

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