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PANORAMA DOS RECURSOS HUMANOS EM ANGOLA

| Editoria Sociedade | 25/10/2018

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Por  Filomena Oliveira

 

O desenvolvimento do capital humano é um dos grandes desafios do país, como é em qualquer outro país. O desafio de Angola não se resume à formação do seu capital humano (política a longíssimo prazo), mas também na disponibilidade de um stock de quadros para não comprometer os desafios de desenvolvimento económico.

 A mobilização dos quadros na diáspora e o recurso à formação de um contingente de pessoas no exterior, com compromisso de regresso, são formas mais rápidas de constituir essa reserva de quadros a curto e médio prazo. O recurso a uma imigração programada e controlada é uma estratégia complementar. A combinação de estratégias é a opção a seguir até o país conseguir formar quadros em quantidade suficiente e com a qualidade desejada.  

ANGOLA POSSUI UMA REDE de oferta formativa (instituições, cursos e vagas) insuficiente face às suas necessidades. Muito se tem feito em prol do alargamento e da qualidade da oferta formativa, mas muito ainda há por fazer. Os desafios actuais são enormes e manter-se-ão assim nas próximas décadas a concretizarem-se as estimativas de crescimento da população no país, que acompanha o ritmo previsto para a região da África Subsaariana.

O país tem vindo a elaborar uma série de documentos estratégicos e operacionais que procuram dar resposta aos desafios de desenvolvimento do capital humano angolano, fruto de diagnósticos internos e da articulação com as orientações estratégicas definidas, por instituições de referência, para o continente africano e para a região Subsaariana.  

Evolução demográfica na África Subsaariana e em Angola até 2050

A revista The Economist do mês de Setembro (2018) integra artigos que problematizam o crescimento exponencial da população (ao qual chamam baby boom africano) e o aumento da pobreza extrema na região da África Subsaariana, região à qual Angola faz parte. 

Em 1990, a África Subsaariana contou com 16% dos nascimentos no mundo. Actualmente a proporção subiu para 27% e estima-se que alcance os 37% em 2050. Na próxima década, prevê-se o nascimento de mais bebés, do que em toda a Ásia, incluindo a Índia e a China. Segundo o Banco Mundial (BM), o número de pessoas a viver em pobreza extrema nesta região, entre 2013 e 2015, subiu de 405 para 413 milhões (Setembro 2018). Se muitos países já se debatem com dificuldade para construir escolas e hospitais para a população actual, quanto mais para a massa populacional que aí vem.

Segundo o Instituto Nacional de Estatística, a população em Angola, em 2014, era cerca de 26 milhões de habitantes, estimando-se que em 2050 seja perto de 68 milhões — mais do que duplica, em 36 anos. A taxa de fecundidade actual é uma das mais elevadas do mundo (6,2 filhos — 5.3 e 8.2 nas áreas urbanas e rurais respectivamente), estimando-se um decréscimo em 2050 (3.0). Entre as adolescentes, é igualmente elevada (34% das mulheres tiveram o primeiro filho na adolescência) e mais elevada em mulheres sem escolaridade (7.8), do que em mulheres com o ensino secundário ou superior (4.5).

(Leia o artigo na integra na edição nº 133 da Revista África 21, mês de Outubro)

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