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Saúde

Surto de ébola na RDC deve durar até meados de 2019, diz OMS

| Editoria Saúde | 14/11/2018

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Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), mas de 300 casos foram confirmados na província de Kivu e mais de 200 pessoas morreram. Este é o pior surto da história do país.

A província de Kivu do Norte é a cidade congolesa mais afetada pela epidemia. Em três meses, o vírus já provocou a morte de 209 pessoas havendo, até agora, 333 casos confirmados. No passado fim-de-semana, o Governo congolês afirmou que a atual epidemia já ultrapassou, em número de contágios, o primeiro surto registado no país, em 1976.

Peter Salama, médico-chefe dos serviços de emergência da Organização Mundial de Saúde (OMS), visitou as províncias de Kivu Norte e Ituri, na República Democrática do Congo (RDC), na semana passada. Esta terça-feira (13.11), em Genebra, na Suíça, o médico disse desconfiar que sejam os centros médicos improvisados na província de Kivu Norte o principal foco de contágio da doença.

Segundo Peter Salama, o atual surto de ébola na RDC é "possivelmente o contexto mais difícil" que a OMS encontrou, por causa das atividades de dois grupos armados de oposição no leste daquele país africano. A epidemia alastrou até perto da fronteira com o Uganda, para uma região que está sob controlo do grupo armado ADF. Os múltiplos ataques contra civis estão a dificultar a resposta sanitária. Para prevenir o alastramento da epidemia, o Uganda está a vacinar funcionários na fronteira.

Ainda segundo o responsável, "existem em Beni várias centenas do que eles chamam de 'instalações de saúde tradicionalmente modernas' que não estão mapeadas, nem regulamentadas pelo Ministério da Saúde". Trata-se de instalações privadas que, acredita Peter Salama, "são um dos principais focos de transmissão da doença, podendo mais de 50% dos casos em Beni ter origem nestas instalações", diz. A agravar a situação, estão "as práticas de higiene e vacinação, "relativamente inseguras", entende este médico.

Peter Salama disse ainda ser "muito difícil prever os prazos para a extinção de um surto tão complicado como este". "Existem várias variáveis fora do nosso controlo. "Antevemos pelo menos mais seis meses antes de podermos declarar o fim desta epidemia. E isso pode mudar à medida que recebemos informações diariamente", frisou o responsável da OMS.

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